Noiado bom de Cu e bom de Boca.

  • Publicado em: 15/07/18
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  • Autoria: ContosdeDaniel
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Eu tinha acabado de sair da balada, três da madrugada e eu turvado na cachaça, caminhando em busca de um ponto de moto táxi há cinco quadras da festa vi numa esquina um carinha, sem camiseta e bermudão.


Eu) - Pó mano! Sabe onde tem moto táxi aqui?


O cara parecia viajado, tinha um baseado na mão e foi apontando na direção...


Eu) - Vlw mano! Perdido aqui, primeira vez nesta balada.


Todo sorridente ele me oferecia uma puxada.


Eu) - Tô de boa Men.


Fui meio que saindo até ele me chamar...


Carinha) - E aí­. Tá afim de curtir um lance?


Já tinha sacado qual a dele, mas ficou fitando a direção da minha rola.


Eu) - Ah chefe, sei essas parada não.


Carinha) - Lá pra frente tem um lote baldio. Topa?


Putzzz. Na hora fiquei meio pensativo, mas tirando duas que pequei acabei só né.


Eu) - Então, mas você...


Carinha) - Eu faço o que tu curtir.


Aquele olho bem vermelho, carinha magrinho todo marrento, tatuagem e tal, nem parecia mamador.


Chegamos num breo da pega, atrás de um pé de manga ele deu uma tragada e já veio com na mão direto no alvo.


Foi abaixando minha calça e sem neura já tirava meu cacete que estava mó duro e caia de boca, viajava na forma que aquele cara todo vida loca me chupava.


Segurei no seu cabelo e fui metendo na boca dele, ele engasgava mas engolia sem chorar meus 19 centí­metros


Eu) - Mas manja em Men.


Metia até o talo, garganta profunda e acelerada... Só ouvia o baralho da socada na boca dele, se apoiando na minha perna e de joelhos eu aproveitava.


Chupando meu pau ele subia até meu mamilo, lambia e me arrepiava, não sou o cara galã mas tenho estilo, tenho 1. 90 de altura, magro, branquelo, cabelo curto e olhos castanhos, algumas espinhas na cara, coisa natural de um rapaz de 19 anos.


Naquele momento o carinha já me punhetava e beijava minha boca.


Confesso que senti estranho e tal, mas curtia aquela sensação de transar com um desconhecido, sentia o gosto e o cheiro de maconha mais se jeitão gostoso de beijar, pequei no seu corpo e ali mesmo queria comer seu cuzinho, aquela coisa mecânica de dois machos, mas prazerosa.


Ele virou e se apoiando na árvore empinava aquela bunda linda, e que bunda...


Toda durinha, cheinha.


Eu) - Abre aí­ para toma rola!


Me obedecia e abria a passagem para atolar nele, dei uma dedada no seu cu, lambuzei com cuspe e fui direcionando meu caralho pra entrar.


Segurei nele e fui enfiando, bem lento para não judiar... Ouvia ele receber com gemidos de dor, mas aguentava tudinho, meu pau é grande, mas não tão grosso, parava e continuava até sentir que foi até o talo.


Rosto apoiado na árvore e bunda com piroca dentro, era a situação daquele noiado gostosinho, cu bem apertado e prontinho para sentir a pressão.


Comecei a acelerar e ouvir seu respirar profundo, meu pau rasgava seu anelzinho todo apertado. Toma! Toma!


Bombava sem dó.


Ele gemia e com encostar do nosso corpo fazia aquele barulho, era toda minha rola no cu dele, até as bolas.


Ele dava uma rebolada e eu dois tapões de prazer, nossa que viagem, comer o cuzinho e dar mó tapa naquele bundão só ouvindo aquele machinho gemer.


Cu gostoso demais, quentinho... Nossa!


Dava uns embalos na bunda dele, parava e deixava a cabeça bem na entrada das suas pregas e tocava a rola pra dentro, ele sentia a pressão, mas sabia levar rola, assim socava sem dó, batia na bunda dele e metia, a vontade de gozar era muita, mas aquele rabo quente me fazia querer segurar ainda mais meu gozo.


Era impossí­vel segurar, então meu pau explodia gozo no toba daquele noiado, ele segurava minhas pernas pra receber cada gota dentro do seu anelzinho, suei de prazer e naquele escuro despejava porra, então retirava meu pau, ele ajoelhava e dava mais um trato no meu cacete, lambia tudo, minhas bolas e toda extensão do meu cacete, engolia com vontade eu meia bomba só gemando com aquele prazer todo.


Aquele mano agora me dava um beijo gostoso e eu tocava nele, sentia aquele carinha e então a pausa, ele saia de perto e acendia mais um baseado.


Eu) - Sou Marcelo.


Carinha) - Eu Sandro.


Apertei a mão dele e fiquei de boa ali, observando...


Sandro) - Você é muito gostoso hemmm. Repetimos?


Eu) - Moro do outro lado da cidade, mas tem celular?


Pequei o número dele e já fui para o ponto de moto taxi, satisfeito, pois além de ser mó delicia aquela gozada havia uma chance de agir de novo.


FIm -


Autor - Daniel


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*Publicado por ContosdeDaniel no site promgastech.ru em 15/07/18. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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