O Convento Dos Pecados
- Temas: proibido, morena, ruiva, lésbicas, sexo oral, safadeza, desejo, tesão, freiras, peitos, ménage
- Publicado em: 07/01/25
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- Autoria: dream_girl
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— Sim, ok. — meu chefe diz ao telefone. — Vou enviar uma pessoa da minha equipe aí. Obrigado, Madre Cynthia.
Me sento na cadeira à frente da mesa dele. Ele coloca o telefone de volta no lugar.
— Bom, Victoria, eu havia lhe chamado para outra coisa. Mas agora que está aqui, acho que você é a pessoa perfeita para esse trabalho. — diz.
— Qual trabalho?
— Bom, há um convento há quatro quilômetros daqui que está precisando de uma reforma. Você é uma excelente engenheira, arquiteta, em fim… Quero que vá até lá e passe uns dias vendo e estudando a propriedade, para ver o que precisa ser reformado. Você pode fazer isso?
— Posso sim, Jorge!
— Ótimo! Eu sei que você vai dar conta do trabalho, Vick! — ele se levanta e dá um tapinha no meu ombro. — Você é a melhor! Arrume suas coisas agora. Além disso, acho que vai ser bom para você se distrair um pouco e esquecer o Alex.
Alex é meu ex namorado. Estávamos juntos desde 2011, mas há um mês atrás, o peguei me traindo. Foi um baque, mas consegui ir levando.
— Você precisa partir pela tarde. A Madre Cynthia irá recebê-la antes do cair da noite. — diz Jorge.
…
Fui liberada mais cedo da empresa. Assim, parti para casa, arrumar a mala com tudo o que é necessário. Passarei uma semana no convento Alma Dourada. O local está precisando de reforma e eles precisam de uma análise de alguém que entende do assunto. A propriedade é bem grande, pelo que Jorge me mostrou hoje. Será necessário pelo menos uma semana.
Após pegar tudo o que é necessário, pego minha mala, vou até a garagem e coloco tudo no carro. Por fim, coloco o endereço do convento no GPS e sigo viagem.
O convento é bem afastado da grande selva bucólica de concreto da cidade. O local é em um lugar bem arborizado, rico em cores de flores de diversos tipos e diferentes tons de folhagens. Um lugar relaxante, longe da agitação da cidade. Longe da agitação da cidade e dos prazeres mundanos que as irmãs com certeza repudiam. Entro em uma estrada de terra bem cuidada e sigo viagem por mais alguns minutos. A noite está próxima, pois o céu exibe um tom alaranjado das últimas luzes do Sol.
Por fim, chego à uma grande propriedade. O trabalho será grande. Já à entrada, está uma senhora vestida com um hábito.
— Você deve ser a Victoria De Ávila, estou certa? — a senhora diz.
— Sou eu sim! Vim para ver a propriedade e ver o que precisa ser reformado.
— Eu sou Madre Cynthia. Vamos, entre! — diz, me conduzindo para dentro. — Vou levar você ao quarto em que irá ficar. Logo serviremos o jantar e jantará conosco. Apresentarei você às irmãs. Espero que goste da estadia!
Madre Cynthia me conduz ao quarto onde ficarei. Começo a organizar minhas coisas. E após arrumar a metade, navego pelas minhas redes sociais, esperando a hora do jantar.
— O jantar está servido. — diz Madre Cynthia, entrando no meu quarto. — Junte-se a nós!
Vou até a grande sala de jantar, acompanhada pela Madre Cynthia. Acima da mesa, há um grande candelabro pendurado, trazendo um ar um tanto medieval ao ambiente. As irmãs já estão à mesa. Me sento. Apenas um lugar está vago. Todas as irmãs são apresentadas a mim. No convento, há dez irmãs, sendo que uma não está presente à mesa.
— Bom, só está faltando a Irmã Giuliana. — diz Madre Cynthia. — Está indisposta hoje, mas irá conhecê-la depois.
Antes de começar a comer, respeito o ritual de todas para rezar antes de comer e o faço junto com elas. Por fim, começo a comer. A comida está maravilhosa.
Após o jantar, me dirijo para meu quarto. Me jogo na cama, ainda sem sono. Pela manhã, começarei a dar uma volta pela propriedade, guiada por uma das irmãs. Me perderia fácil nesse lugar tão grande. Pego um livro e começo a ler, em busca do meu sono. Batidas na porta interrompem minha leitura.
— Entre!
Uma freira entra. Essa não vi na mesa de jantar. Acho que é Giuliana, a que estava indisposta. Tudo o que posso ver é um rosto que revela uma pele morena clara, olhos castanhos e intensos e lábios cheios, isso é a única coisa que o hábito me permite ver. Não há como ver nem um pedaço de pele a mais.
— Você é a arquiteta que veio dar uma olhada nas coisas? — ela pergunta.
— Sou eu!
— Não fomos apresentadas. Sou Irmã Giuliana. — estende a mão para apertar e eu o faço. — Mas me chame só de Giuliana, gosto mais assim! — sussurra. — Eu estava indisposta. Agora estou melhor e guiarei você amanhã. Falei com a Madre Cynthia que farei.
— Tá certo… você não… sente calor com esse hábito? — pergunto, sentindo o clima abafado no quarto.
Está realmente um clima abafado hoje.
Estou confortavelmente vestida com um shortinho e uma camiseta de alça fina para dormir, sem sutiã por baixo.
— Sinto. Mais do que você imagina! — me olha dos pés à cabeça. — Esteja pronta às seis da manhã. Todas nós levantamos cedo para nossas obrigações.
— Está bem.
Ela sai. Me jogo na cama e durmo.
…
Às cinco e cinquenta da manhã, já estou acordada. Às seis, já estou arrumada. Batidas na minha porta.
— Entre!
— Iremos tomar café da manhã. — diz Giuliana. — E então, levarei você para ver os locais.
A sigo até a mesa posta para o café da manhã. Todas as irmãs e a Madre Cynthia estão presentes. Após as orações, tomo o café. Ao término, sigo Giuliana para o primeiro local a ser analisado, a biblioteca do convento.
— Há uma enorme rachadura naquela parede ali. — ela diz, apontando para o local. — Tem aumentado cada vez mais.
— É. — digo, analisando. — Precisa de uma reforma urgente, se não essa parede vai ceder em pouco tempo. É até perigoso ficar perto dela. Pode ceder a qualquer mome… — sou interrompida, quando esbarro sem querer em uma grande estante de livros e Giuliana vem para trás de mim rapidamente, colando seu corpo na minha bunda, impedindo que um livro grosso e pesado caia na minha cabeça, colocando-o de volta no lugar.
Creio que seja uma grande bíblia velha e empoeirada.
Ela permanece com seu corpo colado em mim, na minha bunda, segurando o livro no lugar, mesmo que não vá cair mais. Sua respiração acaricia minha orelha. Em seguida, sinto sua respiração descer para meu pescoço, me arrepiando. Ouço-a puxar o ar para seus pulmões.
— Que cheiro bom! Seu perfume é cheiroso! — diz, afastando-se de mim.
— Obrigada… — digo, estranhando sua atitude, mas também adorando.
— Então, vamos para o próximo local?
…
Mais uma vez, é hora do jantar. Mais cedo olhei mais alguns locais com Giuliana e fiz alguns relatórios, tirei fotos e medidas. Ela fez questão de sempre explicar as coisas com uma proximidade um tanto suspeita de mim, a mesma proximidade de quando não deixou que o livro caísse na minha cabeça na biblioteca. Talvez seja coisa da minha cabeça e ela seja apenas uma pessoa atenciosa, pois ela é uma freira. Ou não, pois nos outros locais que olhei, não tinha nenhum livro para cair na minha cabeça.
Ela se senta ao meu lado hoje, na mesa de jantar. Após as rezas, começo a comer o jantar. Todas as irmãs conversam animadamente entre si, enquanto apenas observo e ouço, respondendo uma vez ou outra perguntas direcionadas a mim.
— E então, há muita coisa para se fazer até o momento? — Madre Cynthia pergunta a mim.
— O caso mais sério que vi até agora, é uma parede da biblioteca. A rachadura está enorme e pode ceder a qualquer momento. Eu recomendo que ninguém fique perto. Dentro de alguns dias, estaremos resolvendo os casos.
— Há como resolver o caso de coisas que ficam molhadas sem infiltração? Tipo… só ficam molhadas, sabe? — Giuliana pergunta baixinho, no meu ouvido e a mão dela vai para minha coxa, apertando-a.
— Ahn… — murmuro, sem saber o que dizer.
Ela dá um sorriso de canto.
O jantar termina. Caminho até meu quarto. Antes que eu chegue à porta, ouço passos apressados atrás de mim. Me viro para trás. Giuliana.
— Ei! — diz. — Vem no meu quarto hoje, mais tarde! — coloca algo em minha mão, chaves. — É só abrir e entrar. Não precisa bater!
— Está bem!
Ela se vai em passos lentos ao seu quarto. Entro no meu e me sento na beirada da cama. Alguma coisa na energia dessa freira é forte, intensa, magnética, quente. Troco minha roupa pela de dormir. Um shortinho confortável e uma blusinha de alça fina, branca, com um tecido fino. A esse horário, todas as irmãs já se deitaram e estão em seu sono para acordar cedo.
Saio do meu quarto e vou até o de Giuliana. Pego a chave e abro a porta. A cena que vejo no quarto, me faz abrir a boca. Giuliana está sentada na beirada da cama, sem o hábito, sem nada cobrindo o corpo. Entre as pernas dela, uma outra freira de cabelos ruivos, tão ruivos que parecem fios de cobre, de quatro, também sem nada no corpo. Giuliana não interrompe a mulher ao me ver entrando, ela continua deixando chupá-la, com gosto e com gula. Na mão dela, está uma taça de vinho, que ela bebe enquanto é chupada. Ao chão, está uma garrafa de Leroy Domaine d'Auvenay Chevalier. A freira de cabelos ruivos também não se importa com minha presença e continua seu trabalho. A outra mão de Giuliana está entre os cabelos da ruiva, mantendo a cabeça dela perto de sua buceta. A ruiva chupa com gosto e lambe, mostrando que tem uma língua experiente e que não há nada de puro em nenhuma dessas freiras.
E como Giuliana tem peitos grandes e gostosos. Não dava para imaginar isso, pois o hábito cobria extremamente bem qualquer forma do corpo dela.
Os hábitos das duas estão jogados pelo chão.
Ela interrompe a freira e se levanta, vindo até mim.
— Pecando, Irmã Giuliana? — digo. — E bebendo?
— Somos freiras, feitas de carne e osso. — diz. — Não de ferro. Estamos sujeitas tanto quanto qualquer outra pessoa aos prazeres da carne. Esse vinho, é um dos milhares de presentes que os visitantes que passam por aqui nos dão escondidos da madre.
— Corrompendo vocês…
— Adoro ser corrompida tendo minha buceta molhada fodida!
Ela me dá a taça de vinho.
— Bebe um pouco, relaxa… — diz.
Tomo um gole do vinho, sentindo seu sabor marcante.
— Quer se juntar a mim e à irmã Luciana? — ela pergunta.
Não respondo. Tomo o restante de vinho na taça e a largo em algum canto. Em seguida, avanço em Giuliana, a puxando para um beijo. Pressiono bem o corpo dela contra o meu, enquanto sinto sua boca quente e molhada tomar conta da minha, ainda com o sabor do vinho presente nela. A pele nua do corpo dela emana um calor absurdo e sinto-o fortemente na minha pele, mesmo que meu corpo esteja coberto pelas minhas roupas de dormir. A pele dessas mulheres é quente, mostrando que o fogo que elas guardam dentro de si é tanto, que é como se fossem raios solares atingindo minha pele.
— Você acha que é certo, Irmã Giuliana, pecar embaixo dos panos da madre? — digo. — Deveriam ter uma penitência por isso!
— Sei que não é. Mas isso é o que faz ser mais gostoso. E o que vai fazer? Nos dar nossa penitência? — ela diz, me desafiando.
Corro meus olhos pelo quarto, procurando algum objeto para a penitência das duas. Encontro uma régua escolar verde, daquelas flexíveis.
— Sim! — digo.
Empurro as duas freiras para a cama, as fazendo ficarem deitadas de bruços. Duas bundas grandes expostas. Luciana tem a pele bem branca. Giuliana tem uma pele morena clara. Os cabelos das duas, ambos longos, estão espalhados pelas costas das duas. Os longos e ruivos cacheados de Luciana em suas costas, os longos, negros e ondulados de Giuliana em suas costas. Pego a régua. Dou uma reguada com vontade em uma nádega de Giuliana e depois na outra. O estalo toma conta do quarto. Agora as nádegas de Luciana. Mais estalos tomam conta do quarto. A carne suculenta da bunda das duas balançam com o toque da régua. E repito o processo por mais cinco vezes. Ambas já se encontram com marcas vermelhas na bunda, principalmente Luciana com sua pele branca. Viro as duas para cima. Afasto a perna das duas e dou uma reguada na buceta de cada uma. Elas reprimem os gemidos com as costas das mãos tapando a boca.
Penitência dada.
Ambas estão com as bucetas molhadas, pingando. Necessitadas. Sedentas por sexo. Aqui elas são privadas desses prazeres, mas dão um jeito de tê-lo.
Tiro minhas roupas e as duas comem meu corpo com os olhos. Meu tom de pele é um tom quase imperceptível mais escuro que a pele de Luciana. Imediatamente me deito de bruços na cama, entre as pernas de Giuliana. As deixo bem abertas. Sua buceta é depilada no estilo asa delta. O grelinho está duro e inchado. Da entrada, escorre praticamente uma cachoeira de mel. Puxo-a pelo quadril e sua buceta encosta na minha boca. Começo a lamber e chupar com gosto. O sabor do pecado toma minha boca. Sabor de uma mulher molhada, o sabor de uma freira molhada. O sabor do pecado é tão viciante, tanto quanto o de um vinho caro. Sinto a dureza do grelinho inchado na ponta da minha língua. Envolvo-o com minha boca e sugo com a intensidade certa. Giuliana está se contorcendo na cama, arqueando as costas, gemendo baixinho. Luciana, está passando sua língua nos mamilos dos peitões de Giuliana, brincando com eles, sugando com delicadeza, apertando, distribuindo beijos e lambidas por toda a carne farta.
Subo minhas mãos para cima, até os peitos dela. Aperto tudo o que cabe na minha mão. É muita fartura para tudo caber nas palmas.
Bebo da fonte interminável de vinho que é a buceta de Giuliana. Minha língua brinca na entrada dela, arrancando até a última gota de mel. Paro, quando vejo que as pernas dela estão começando a tremer, indicando o início das ondas do orgasmo. Me volto para Luciana. A buceta dela tem pêlos baixos, ruivos como o cabelo também. Separo seus lábios menores e vejo como sua buceta rosada também está pingando. O grelinho também duro e inchado, ao constatar passando o meu dedo. Caio de boca também. Outro sabor viciante de pecado. Ela é mais escandalosa e no momento que minha boca tocou a buceta dela, Giuliana atacou a boca dela em um beijo, para abafar o som alto do gemido e iniciou um delicioso beijo, me permitindo ver a língua das duas se entrelaçando uma na outra, enquanto minha boca trabalha na buceta de Luciana.
Quando Luciana também começa a ter os tremores nas pernas, paro. Me sento entre as duas, afastando as pernas de cada uma. Encaixo a ponta dos meus dedos das minhas mãos na entrada da buceta de cada uma. Empurro os dedos curvados para dentro ao mesmo tempo nas duas, entram sem dificuldade nenhuma, apenas escorregam no mel delas. Elas são bem apertadas, certamente não é um local que recebe muitas visitas. Além de apertadas, são quentes, bem quentes. O calor do fogo do pecado está presente não só na pele, mas também no interior quente e molhado das duas.
Ao mesmo tempo, tiro e coloco nas duas. Vou devagar, rápido, forte, suavemente e vou variando a velocidade e intensidade, brincando com o controle das duas. O som molhado dos meus dedos, misturado às respirações ofegantes das duas, gemidos baixos de Giuliana e os de Luciana abafados pelas costas de sua mão, a trilha sonora que preenche o silêncio do quarto do convento. Na ponta dos meus dedos, em ambas, sinto o famigerado ponto macio. Torno o movimento dos meus dedos certeiros, batendo bem nesse ponto. Rapidamente, a buceta das duas começam a mastigar meus dedos. As duas tapam suas bocas com as costas das mãos. Por fim, elas explodem nos meus dedos.
Retiro-os de suas bucetas e fios espessos de mel se formam quando retiro. Eles estão extremamente melados, enrugados. Levo-os até minha boca e chupo cada gota deles, sentindo o sabor das duas mulheres se misturarem dentro dela.
Sem que eu tenha tempo de pensar em alguma coisa, Giuliana me deita na cama, ficando entre minhas pernas, com a bunda empinada. Ela cai de boca em mim, começando a me chupar com gosto. Sua língua me lambe de forma lenta e torturante. Sua boca envolve toda minha buceta. Atrás de Giuliana, Luciana enfia seu rosto no meio das nádegas dela e começa a lamber. Ela segura cada nádega, mantendo-as separadas, para lamber o cuzinho de Giuliana e sua buceta. As duas olham fixamente para mim. Quando a língua de Giuliana passa pela minha entrada, adentrando o espaço molhado, estremeço ao sentir minhas paredes se abrirem para recebê-la. Ela tira, coloca, enquanto tem seu cuzinho lambido por Luciana e sua buceta chupada por ela. Meu corpo inteiro treme e gozo fortemente na boca de Giuliana. Ela sobe e cola seus lábios nos meus, me fazendo sentir meu próprio gosto.
— Não sairá desse quarto até que tenhamos matado nossa sede! — diz Giuliana.
Dito isso, ela se encaixa entre minhas pernas, colocando uma delas em seu ombro. Luciana, por sua vez, senta de costas na minha cara. A buceta de Giuliana se cola na minha e ela logo começa a se movimentar, a rebolar em mim. Sua buceta escorrega sobre a minha, grelo com grelo, os dois roçam certinho um no outro, melados e endurecidos. Luciana rebola sua buceta em minha boca, deixando meu queixo, nariz, rosto inteiro melado. Deixo minha língua trabalhar, enquanto sinto Giuliana se esfregar lentamente, rapidinho. As duas então em um beijo lento e provocante, enquanto usam do meu corpo para gozar, pois posso ver a mão de Giuliana entre os cabelos de Luciana, puxando fortemente, enquanto ouço o som de estalos do beijo e o gemido abafado de cada uma. Ouço o gemido de Luciana, um pouco alto, mas ainda abafado pela boca de Giuliana. Ela goza na minha boca. Giuliana vem depois, gozando junto comigo.
Cada uma se deita ao meu lado. A Madre Cynthia esperava que eu gostasse da estadia do convento. Ao olhar para as duas freiras que acabaram de gozar, ao meu lado, concluo que estou amando a estadia e ainda terei uma semana inteira para aproveitar.
*Publicado por dream_girl no site promgastech.ru em 07/01/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.