O professor e sua aluna - parte 1
- Temas: jovens
- Publicado em: 27/12/24
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- Autoria: Det4lhist4
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Passava das 19h quando Bia corria pelos corredores da faculdade procurando a sala onde estava sendo ministrada a disciplina de Teoria Geral do Estado, era seu primeiro dia na faculdade e já se encontrava atrasada. A jovem com 20 anos havia conseguido uma vaga para cursar Direito em uma importante faculdade do estado, era o momento que ela tanto sonhou se realizando.
- Bom noite! Teoria Geral do Estado? - pergunta Bia olhando fixamente para o professor que logo chama sua atenção.
- Sim, sim! A senhorita está atrasada - afirma Diego.
- Perdoe-me, não vai se repetir - Bia fala enquanto anda entre os corredores de cadeiras.
No desenvolver da aula Bia notou o professor que vestia uma blusa social branca e seu terno encontrava-se estendido em sua cadeira. Era um homem de 1, 70 de sorriso cativante que conseguia a atenção de todos pelo jeito que ensinava a disciplina, pois ensinava com amor. Com 45 anos Diego havia conseguido atingir importante cargo no judiciário: Magistrado Federal.
Bia, por sua vez, era uma moça simpática e delicada que tinha inúmeros sonhos para realizar. Seus cabelos negros que caiam sobre seus ombros revelavam uma mulher que há pouco ascendeu à vida adulta. Pele branca, sorriso tímido, curvas bem definidas era o que Diego via na última cadeira da sala.
- Turma, vamos iniciar estudando os filósofos contratualistas: Thomas Hobbes, John Locke e Jean-Jacques Rousseau...
Ali estava bia presa a cada palavra de Diego, gostava de como ele manuseava o pincel e fala de coisas que explicavam o porquê do mundo é mundo e suas consequências. Bia guardava aquele segredo para si, mas adorava homens mais velhos, e quando inteligentes, a deixavam pensando coisas nem um pouco ética para ordem profissional. Ela tinha como missão até o final do semestre ter aquele homem entre seus braços, ela queria ser um daqueles incontáveis livros que ele passava noites e noites dedilhando...
As semanas foram passando e o desejo da jovem Bia só aumentava, mal sabia ela que Diego passará também a observar com desejos inapropriados. Diego olhava disfarçadamente sempre que a aluna estava pelos corredores, ele ficava encantado com aquele ser tão delicado, mas de uma beleza injusta perante as demais. Não era raro Diego chegar em casa e se tocar lembrando de Bia, ele mentalizava seu rosto angelical entre suas pernas lambendo e sugando cada centímetro do seu sexo. Bia também se enchia de tesão ao lembrar do professor ministrando suas aulas com tanta firmeza, ela imaginava como aquele homem era na cama... Será que era carinhoso? Será que fodia sem nenhum respeito? Será que ele a trataria como uma putinha manhosa? Perguntas assim a molhavam a calcinha, o que por inúmeras vezes a fez montar em seu travesseiro e começar um vai vem gostoso sarrando sua buceta molhada no tecido branco. Bia imaginava que ali estava seu professor, que a fazia gemer, mas que infelizmente não batia em sua bunda e nem lhe falava sacanagens. Bia precisava de Diego, precisava daquele homem a preenchendo por completa, precisava do seu professor a fazendo de puta safada, precisava de suas mãos firmas e fortes subindo pelo seu pescoço até chegar em seu rosto e dando alguns tapas. Ela não aguentava mais só imaginar ele a enrabando de 4 enquanto espancava sua bunda. Estava decidido: Bia iria passar a provocar com mais intensidade aquele pobre homem.
Sentada na primeira fileira lá estava ela, vestida com uma saia curta e uma blusa mais comportada. Em sua boca um batom tulipa e um sorriso que se iluminou ao vê-lo entrando pela porta. Diego não pôde disfarçar sua notória cara de espanto quando viu Bia com as pernas à mostra, era a primeira vez que a viu daquele jeito. Tratou de recompor e iniciar sua aula sobre Formas de Estados, mas entre um olhar ou outro ele desviava seu olhar para Bia.
- Professor, uma dúvida... - fala Bia enquanto abre suas pernas e faz cara de desentendida. A cadelinha estava sem calcinha e fez questão de mostrar só para Diego...
-Sim, Bia? - fala Diego enquanto suava frio tentando se concentrar no rosto da aluna, mas era praticamente impossível...
- O Uruguai é um exemplo de Estado unitário? - pergunta ela com um sorriso malicioso de quem já sabia a resposta, mas interrompeu a aula só para chamar sua atenção e o desconcertar.
Diego responde afirmativamente e senta-se em sua cadeira na mesa, precisava disfarçar a ereção que iniciava em sua cueca antes de retomar sua aula. Ele olha para Bia e vê um sorrisinho de satisfação. Quem ela pensava que era!? Como ousava provocá-lo tão descaradamente? Eram perguntas que pairavam em sua mente. Ela precisava de uma lição, e ele não teria pena nem por um segundo daquele corpo. Após o fim da aula Diego ainda ficou em sua mesa e esperou todos saírem, o que era de costume em suas aulas. Ao caminhar pelo estacionamento vê Bia próxima ao seu carro, passava das 23h e ele já entendera o que ela precisava.
- que você pensa que é para me provocar assim, garota!? - fala Diego a segurando pelo braço.
- Não gostou, professor!? Só assim para você entender.
- Sua, puta! Entre no carro que eu te levo para casa.
- Mas eu não quero ir para casa...
Diego sorrir e deixa transparecer sua malícia. Ele descontaria toda sua raiva naquela jovem mulher, afinal de contas, ela implorou por isso. Durante o percurso até o motel próximo, Diego olhava fixo para frente com semblante sério e com sua mão direita na coxa de Bia. Por vezes apenas repousava sobre o macio daquela pele, e por vezes apertava com força como quem manipulava sua propriedade. Bia sentia sua buceta salivar a cada toque, ela mordia seus lábios enquanto olhava admirada para o homem mais velho que em pouco tempo estaria dentro dela. Só de imaginar, a jovem já fechava os olhos e tentava vislumbrar antecipadamente tudo que ocorreria, mas nada do que ela imaginava era comparado ao que estava prestes a viver....
Dentro do quarto, Bia sente Diego agarrando-a por trás. Ele beija seu pescoço, cheira seu cabelo, Aperta seus seios e desce sua mão até por debaixo daquela saia. Sente o melado e introduz dois dedos, o que faz Bia encolhe-se nos braços de Diego e sentir cada vez mais o p4u dele pressionando sua bunda. Diego leva seus dedos a boca e lambe ali na frente dela, aproveita seu mel como quem beija apaixonadamente.
- Vocês estava implorando por isso, né?
- Estava - ela sorrir meigamente enquanto senta-se na cama e vai tirando o cinto de Diego o olhando.
- Chupa direitinho, cadelinha, quero ver o que você sabe faze... Ai, caralho...
Diego é interrompido ao sentir a boca quente de Bia em seu p4u. Ela passava a língua sobre a cabecinha e o olhava nos olhos, era exatamente como Diego fantasiava em suas noites solitárias ao se masturbar para Bia. Aos poucos ela engolia cada centímetro até se engasgar e retornava com o rosto angelical a se recompor para...
logo em seguida engolir todinho novamente. Bia fazia carinho nas bolas de Diego enquanto engasgava com o pau duro em sua boca. Ele a puxa pela nuca segurando seu cabelo e tira o p4u de sua boca, a deixando olho no olho com ele.
- Você é uma boa putinha, Bia, mama muito gostoso - Diego desfere um forte tapa na cara dela, o que deixa vermelha. Bia sorrir.
No auge do tesão, Diego volta a atolar aquele pau duro todo babado na boca de sua putinha e passa a fuder até ela engasgar. Depois de ter sua boca fudida inúmeras vezes, Bia é deitada de pernas abertas para o homem que a devorava aos poucos. Diego a olha por alguns segundos nos olhos e admira o quão perfeita era aquela cena. Ela o olhava com desejo enquanto lambia a baba do p4u que minutos atrás estava em sua boca. Diego beija sua coxa direita e sente o calor que saia do seu sexo. Aos poucos vai beijando seus lábios e se lambuzando em seu mel, como era gostoso o gosto daquela mulher que gemia tão gostoso.
Ela apertava seu rosto contra a buceta molhada e sentia a língua indo cada vez mais fundo no seu íntimo. O viu levanta-se com a boca encharcada do seu mel indo em direção a sua boca para beijá-la, o gosto da boca de Diego junto com o seu próprio gosto a faziam beijar com mais vontade até ele parar e sorrir em sua frente. Em uma manobra rápida, Diego vira o corpo delicado daquela mulher e a deixa de costas para ele, que vai encaixando seu p4u na entrada daquela gruta gostosa
- Empina, vagabunda! Seu homem vai meter nessa buceta gostosa.
Bia sorrir como uma puta e empina aquela bunda perfeita e branca que sairia vermelha de tanto tapa que estava para levar. A primeira estocada ela sente firme lhe preenchendo a alma, era tão gostoso que ela se sentia nas nuvens. Na segunda estocada ela sente pulsar dentro da sua buceta. Na terceira e demais estocadas ela só podia gemer como uma puta sedenta no p4u de um homem que sabia fude-l4 do jeitinho que ela gostava. CONTINUA...
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*Publicado por Det4lhist4 no site promgastech.ru em 27/12/24. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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