Morando longe da namorada
- Publicado em: 19/07/18
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- Autoria: ContPraEla
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Sempre tive uma vida tranquila na minha pequena do interior paulista. Todos se conheciam e sabiam o que acontecia na cidade, o que de fato fazia os fatos ocorrerem na normalidade por muito tempo.
Por ter começado a namorar cedo (primeiro ano do ensino médio para ser mais exato), sempre fui um cara mais na minha. Minha namorada, Gabriela, era uma jovem de 16 anos, com cabelos loiros, 1, 63 de altura e peitos fartos quando comecei a ter minhas primeiras aventuras sexuais com ela.
Sempre fui muito assediado por outras garotas, meu corpo atlético de 1, 80, olhos castanhos claros e a barba que já crescia em meu rosto sempre me ajudaram a conquistar olhares e cantadas. Mas o fato de estar em uma cidade pequena me impedia de fazer coisas que eu não deveria fazer, exceto com minha namorada.
Nossa vida mudou drasticamente quando passei em uma faculdade pública em São Paulo, ao fazer 19 anos. Embora minha cidade ficasse cerca de 120km, era comum ir aos finais de semana para casa e passar o máximo de tempo na minha cama, fazendo sexo com Gabi.
Porém, a situação não ficou fácil financeiramente. Me sustentar apenas com a bolsa da faculdade estava cada dia mais difícil, por isso arrumei um trabalho, o qual me permitia ir para casa apenas uma vez no mês.
Quanto mais tempo ficava longe de casa, mais a saudade e a vontade de chupar a boceta da Letícia crescia em mim, mal podia esperar para chegar o único final de semana que eu pudesse sentir seu gosto na minha boca, algo que sempre gostei muito de fazer.
Com o tempo, fomos nos adaptando e começamos a fazer sexo pela internet. Passávamos o dia inteiro nos provocando e sempre que conseguia sair mais cedo da faculdade e chegar em casa antes do meu companheiro de quarto Lucas, ligávamos um para o outro através da chamada de vídeo do celular e nos provocávamos, nos tocávamos, muitas vezes até ambos gozarem.
Nos finais de semana, Lucas ia para sua casa, o que me deixava o quarto livre para conversar minhas safadezas com Gabi. Trancava a porta do quarto e passava a noite em claro conversando no skype, com ela se masturbando em silêncio pois dividia quarto com a irmã.
Lembro-me uma vez que ela começou a se masturbar de roupa, fui lentamente convencendo-a a tirar sua roupa até ficar pelada. Vê-la se tocando pra mim, sentindo tanto tesão com minha ausência era bom e ruim ao mesmo tempo. Masturbação sempre foi algo que me deu muito tesão, mas eu queria poder comê-la gostoso e fazê-la gritar de tesão no meu ouvido.
Para provocar Gabi, começava a me masturbar lentamente falando por vídeo com ela, até que ela percebesse em minha voz e respiração que estava fazendo algo.. Naquele ponto, começava a falar como sentia sua falta, como sua boceta úmida e quente me fazia falta e como amava chupar até gozar no meu rosto.
Nossas fantasias já via internet já duravam quase 1 ano e estavam a todo vapor, até que Lucas perguntou se a nova namorada dele podia ficar uns dias lá em casa. Como um bom amigo, não me importei.
Isabella, era perfeitamente linda de rosto, delicado, pele clara e cabelo castanho escuro. Tinha apenas 18 aninhos, era magrinha, embora tivesse uma bunda redondinha e coxas deliciosas.
Todos os dias, havia um espaço de tempo que acabava ficando sozinho com ela por cerca de uma hora. Sempre conversamos e nos respeitamos, mas algo aconteceu no dia de minha folga.
Era uma terça feira, a forte chuva que caia impediu meus planos de ir para casa ver minha namorada. Naquela época, devido a estadia da Isa, não fazia sexo online com Gabi havia quase uma semana, e exceto por rápidas batidas de punheta no banho, estava morrendo de tesão.
Logo de manhã, a vi andar de camisola curtinha pela casa. Seus seios, não muito grandes, me deixaram louco de tesão ao ver que estavam durinhos. Há alguns dias, percebi que ela me chamava de fofo quando estávamos só, talvez seja pelo fato de ter dormido na sala alguns dias para dar liberdade para eles no quarto, o qual fui coroado ao ouvir dois ou três dos seus deliciosos gemidos durante o que imaginei ser um orgasmo.
Logo após o almoço, sentamos no chão e abrimos uma garrafa de vinho, estávamos conversando sobre coisas completamente aleatórias. Eu estava como de costume, descalço, bermuda e sem camisa... Conforme a garrafa foi se esvaziando, ela foi chegando cada vez mais perto, quando vi, sua mão estava na minha coxa e sua boca muito próxima a minha.
Talvez ela soubesse que namoro e que não vou pra casa há semanas, que não transo há semanas. Talvez ela tenha reparado minha pica dura ao olhar pra ela algumas vezes. Não sei. Em um estalo, estávamos nos beijando. Havia muito tempo que eu não beijava outra boca que não fosse a de Gabi, e aquilo estava sendo uma delícia.
Talvez fosse o vinho, talvez fosse apenas meu tesão. Logo, Isa me puxou para a cama de seu namorado, sua respiração ficava ofegante ao me beijar, que alternava com chupadas e mordidas no pescoço. Naquele momento, ela estava usando um short bem curtinho e uma blusinha, que logo arranquei, deixando seus peitos à amostra.
A verdade era que eu sempre quis chupar um peitinho pequeno e gostoso como aquele. Me deliciei em seus peitos enquanto ela respirava ofegante esfregando sua mão em minhas costas e nuca.
Logo, sua mão me empurrou para baixo, seu short já estava desabotuado e nossa vontade foi tanta, que tiramos juntos tanto o short quanto sua calcinha. Em um embalo só, ela também me deixou pelado e minha boca teve destino certo: Que saudade que estava de chupar uma bocetinha. Ela estava toda molhada e docinha, parecia mel. A chupava gostoso, passando a língua em sua entrada diversas vezes. Logo, me concentrei em seu clitóris, a chupando cada vez mais rápido e forte.
Naquele momento, ela já me apertava e cravava suas grandes unhas em minhas costas. O ponto foi a quase fazer gozar. Tive que parar. Eu queria aquela gostosa gozando com minha pica bombando dentro dela.
Então, sem dar tempo a arrependimentos, subi completamente em cima dela e enfiei meu pau bem rápido em sua boceta louca para gozar... Isa começava a gemer alto, como Gabi nunca tinha feito. Não houve espaço para culpa naquele momento, apenas tesão.
Nos beijávamos entre xingamentos e gemidos. Aquela garota me tirava do sério a ponto de gemer junto a ela... Para mim, um ato de perder a linha foi a chamar de "minha putinha", algo que minha namorada jamais permitiria. Aquele sexo selvagem, barulheto e com arranhões nas costas chegou ao fim, quando em um gemido de suspiro, a senti gozar em mim.
Sua bocetinha molhada se contraiu, enquanto seu corpo tremia e me apertava. Aquilo foi o ápice pra mim, que jorrei porra quente dentro da namorada do meu amigo até aqueles segundos, que poderiam ter durado horas, acabarem.
Após esse dia, nunca mais vi Isa, pois me mudei e perdi contato com meu ex colega de quarto, porém, nunca vou esquecer aquele gosto que ficou na minha boca por horas.
*Publicado por ContPraEla no site promgastech.ru em 19/07/18. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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