O estagiário do meu pai
- Publicado em: 17/04/17
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- Autoria: ellaz
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Quando eu saí da faculdade naquele dia, começava a chover e eu havia acabado de perder meu cartão de ônibus. Ótimo! Belo começo de tarde.
Liguei para o meu pai e ele não atendia o telefone, então decidi ir a pé até o escritório no qual ele trabalhava para pedir dinheiro para a passagem. Foram longos 10 minutos de caminhada quase correndo debaixo da chuva e minha camiseta branca de uniforme já estava transparente a essa altura. Quando finalmente cheguei ao prédio, o porteiro me informou que meu pai havia saído a pouco, mas que poderia subir que o Luiz estava no escritório.
Morri de vergonha de entrar daquela forma e me deparar com o Luiz, estagiário do meu pai. Ele era bem bonitinho e eu estava toda despenteada, maquiagem já lavada e camisa transparente de tão molhada. O plano era correr para o banheiro, pegar uma das camisas reservas que meu pai sempre guarda para emergência e me esconder na sala dele. Pisava minunciosamente para não fazer barulho e minha presença não ser notada, só não esperava tropeçar com ele bem na porta do banheiro.
- Oi, Ella, o que está fazendo por aqui?
- Eu perdi meu cartão de ônibus e tomei um pouco de chuva, agora vou só esperar meu pai e trocar essa blusa molhada.
- Ih, seu pai precisou da camisa da gaveta - ele me olhou com um pouco de pena a princípio, mas depois não conseguia tirar os olhos dos meus seios marcados pela blusa molhada. - Mas eu não estou usando meu blazer, provavelmente não precise mais dele hoje. Você pode vestir até sua camiseta secar um pouco.
- Sério? É muito gentil, Luiz. Muito obrigada.
Ele foi até a mesinha no canto em que ele trabalhava, pegou o blazer preto e deu em minhas mãos. Eu fui até o banheiro, tirei a camiseta e o sutiã, peguei uma toalha de rosto para me seca o máximo que pude, vesti o blazer, prendi o cabelo e voltei para o escritório me abraçando para não ficar decotado demais, desabotoar ou qualquer coisa que pudesse me envergonhar mais.
Me acomodei na cadeira do meu pai e fiquei mexendo no meu celular. Sem perceber, o blazer largo demais ia se abrindo e reparei no Luiz do outro lado da sala me olhando de queixo caído. Ele disfarçou quando percebeu que eu notei, meu rosto corou e eu não soube o que fazer. Mas algo no olhar dele me atraía e deixei que o blazer abrisse ainda mais. Sorri maliciosamente.
Meu coração disparou. O que eu estava fazendo? E se meu pai entrasse? A adrenalina me deixou ainda mais tentada a continuar. Desabotoei o primeiro botão e a mão dele descia para suas calças. Não dissemos nada um ao outro, só nos provocamos. O telefone tocou e eu decidi elevar um nível na brincadeira. Quando ele atendeu, me dirigi à mesa dele e me inclinei sobre ela, deixando meus seios bem visíveis. Enquanto ele explicava para alguém alguma coisa chata sobre um processo, subi minha mão por suas coxas e segurei seu pau por cima da calça. Sua voz ficou tremula por um segundo, mas ele não me repreendeu nem com o olhar. Ao contrário, pegou minha mão e a guiou em um movimento circular fazendo pressão sobre aquele volume enorme da sua calça já apertada.
Eu dei a volta na mesa e sentei no seu colo, rebolando cuidadosamente. Ele desligou o telefone, me puxou pelo cabelo e disse no meu ouvido:
- Então você quer dar para mim, é?
- Quero, me come - pedi.
- Fala que você quer meu pau, sua vadia.
- Eu quero seu pau todinho dentro de mim.
- Quer, é?
Ele desabotoou sua calça e eu abaixei a minha, puxei a calcinha para o lado, peguei seu pau e enfiei na minha bucetinha molhada. Gemi alto demais e ele tapou minha boca e me mandou sentar com força.
Eu sentava cada vez mais rápido e parava, remexia seu pau dentro de mim enquanto rebolava e voltava a sentar.
Ele me levantou pelo quadril, inclinou meu corpo em sua mesa e começou a meter ainda mais forte. Até que ouvimos o som do elevador chegando no andar, ele meteu ainda mais forte e em alguns segundos gozou dentro de mim. Sentir sua porra quentinha na minha buceta me deixou ainda mais louca de tesão, queria foder por horas. Mas subi minha calça, ele fechou a dele e eu voltei para a mesa de meu pai.
Fingimos que nada aconteceu e até hoje espero uma oportunidade para um bis.
*Publicado por ellaz no site promgastech.ru em 17/04/17. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.