Estreando meu carro com a estagiária
- Publicado em: 22/07/18
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- Autoria: ContPraEla
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Primeiramente, gostaria de começar esse texto falando de mim: Me chamo Felipe, 23, trabalho no escritório de uma grande empresa de seu ramo. Tenho quase 1, 70, com um corpo levemente definido, pois não frequentava academia há algum tempo.
Inicialmente, era estagiário. Trabalhei um ano e meio desempenhando a função, quando surgiu uma vaga de assistente para mim.
Devido ao salário dobrar e ganhar mais benefícios, eu aceitei, mesmo não tendo concluído a faculdade e podendo haver dificuldades quanto ao horário que ia sair para chegar na aula.
Uma das minhas primeiras funções, foi ensinar para a nova estagiária o trabalho que agora sedia responsabilidade dela. Thais tinha 21 anos, cabelos ruivos aos ombros, um rosto lindo e um corpo gostoso, com coxas grossas (o que sempre me deu tesão em mulheres). Era também, um pouco tímida no começo, mas sempre buscou conhecer o máximo do serviço e do sistema que eu estava ensinando-a a utilizar, sendo pró ativa e comunicativa.
Depois de uns 40 dias, as aulas voltaram e logo percebi que não conseguiria chegar na faculdade saindo o horário que eu saia, indo de transporte público. Foi o momento que fiz algumas contas e decidir comprar um carro.
O processo todo demorou uns 15 dias, mas comprei um antigo e simples celta, mas que iria resolver meu problema quanto a faculdade e me dar aventuras que eu não poderia imaginar.
Thais, que antes usava uma enorme aliança de compromisso em sua mão e agora não usa mais, começou a pegar carona e dividir os gastos comigo. Sempre íamos conversando coisas sobre trabalho ou assuntos em geral. Não tínhamos intimidade naquela época para falarmos coisas pessoais.
Sempre me senti atraído por ela, principalmente pelo seu rosto lindo (o qual imaginei contra minha vontade diversas vezes) me chupando até gozar e melar seu delicado rosto. Não gostava de imaginar essas coisas. Claro, ela imagem em minha cabeça me rendeu uma ou duas punhetas deliciosas, mas eu sabia que ela namorava e sempre me respeitava.
Ao decorrer do semestre, encontrava com ela pela faculdade e via que estava se trocando ao chegar na faculdade. Agora, aquelas belas coxas não era apenas fruto da minha imaginação, podia vê-la de shortinho e vestidinhos, o que me despertou mais interesse em comê-la.
Comecei a olhar Thais com outros olhos, todos os dias durante a carona até a faculdade, jogava indiretas, que, não sabia se ela não entendia ou se fingia não entender. Sabia que isso era errado, pois a empresa possuía uma política rigorosa referente a relação amorosas entre funcionários, mas essa proibição parecia ser algo que me motivava mais ainda.
Começamos a nos encontrar todas as sextas feiras no bar durante o intervalo. Era uma rápida cerveja que podíamos tomar, mas isso nos deu abertura para conhecer melhor um ao outro no âmbito pessoal.
Era uma terça feira, algum horário por volta de 18: 30h, era uma noite chuvosa em que alguns pontos da cidade estavam alagados, o que gerou um enorme congestionamento. Naquele ponto, estava no ápice da minha imaginação com Thais. Em minha cabeça, eu a queria tê-la, prová-la, sentir o cheiro da sua pele suada na minha, ver cada músculo do seu corpo se contorcer enquanto sua voz estremecida de tesão chamava por meu nome.
Decido em uma fração de segundos, sem ao menos pensar direito, fazer algo arriscado que dando certo eu realizaria meus desejos, mas dando errado poderia simplesmente impossibilitá-los de acontecer para sempre.
Durante uma conversa, no congestionamento, coloquei a mão em cima de seu joelho e comecei a fazer carinho. Observei de canto de olho sua reação enquanto olhava para frente e andava com o carro mais 10 metros. Só tirei a mão para colocar o carro em ponto morto novamente e voltei com a mão em sua coxa, pouco acima de seu joelho. Não houve reação negativa.
Comecei a fazer carinho por sua perna, indo cada vez mais ao alto e para a parte de dentro. Observei que ela ficou cada vez mais quieta, o que poderia ser bom ou ruim. Era hora de arriscar tudo, vou com minha mão até parte de dentro da coxa dela, bem próximo a sua virilha.
Thais põe sua mão quente sobre a minha, aperta, e empurra para baixo. Fala simplesmente um "não" para mim, mas não tirou minha mão de sua perna, o que me fez pensar que estaria gostando.
Mais alguns minutos de carinho e chego novamente ao mesmo ponto que fui recuado. Nesse momento, estávamos sem falar nada há alguns minutos, apenas curtindo o momento... Olho para o lado e ela está segurando o banco, apertando-o levemente.
Sua respiração está pesada, consigo sentir através disso e de sua reação corporal que está com tesão, então decido tocá-la ainda sobre a calça, o que a faz colocar sua mão sobre a minha, mas não as tira.
Vejo que cada vez mais ela sente tesão, o que me faz pegar em sua mão que ainda está sobre a minha e colocar em meu pau duro... Ela corresponde com apertões e uma tentativa de masturbação sobre minha roupa, que logo é corrigido por ela mesmo ao abaixar meu zíper e colocar a mão diretamente nele.
Decido, então, sair da via principal que estávamos e entrar no bairro ao lado, o qual conhecia pois minha avó tinha uma casa nas redondezas. Dirigi sendo masturbado por suas mãos quentes e delicadas por alguns quarterões até estacionar e desligar o carro em uma rua sem saída.
Tiramos os cintos de segurança e pulamos para o banco de trás, com ela sentada em cima de mim ainda de roupa ficamos nos beijando e passando a mão um nos outros até que, tiro sua camiseta e seu sutiã, começando a chupar seus peitos maravilhosos.
Em meio as chupadas em seu peito, ela tirou minha camisa e o que eu conseguia ouvir naquele momento era apenas a chuva caindo sobre o carro e sua respiração correspondendo a cada movimento da minha língua em seu peito.
Deito-a no banco de trás e tiro sua calça, deixando ela apenas de calcinha. Começo a morder e dar chupadas no seu corpo por inteiro, começando do pescoço e descendo por seus peitos, barriga, parte interna da coxa, até chegar em sua calcinha, a qual tiro com minha boca até seu joelho. Volto para sua bocetinha já molhada e começo a chupar gostoso. Chupo sua entrada, bebendo todo seu mel e lambuzando minha boca com ele. Thais começa a soltar alguns gemidos baixos, o qual eram infinitamente mais excitantes ao vivo do que em minha minha imaginação, o que me faz ir direto ao seu clitóris.
Faço movimentos circulares com minha língua ao redor dele, alternando a intensidade conforme ela aperta minha cabeça contra sua boceta, que escorre seu delicioso líquido por sua perna até penetrar no banco do carro. Uma de suas mãos vai até próximo de minha boca e introduz dois dedos em sua boceta, que desliza para dentro misturado em seu próprio líquido e minha saliva.
Chupava-a cada vez mais forte e gostoso, o que em alguns minutos, tornou-se um orgasmo quase que barulhento. Aqueles gemidos estavam me deixando cada vez mais louco e quando a vi gozando com minha boca nela, fazia esforço para chupá-la e olhar seu rosto ao mesmo tempo.
Naquele ponto, já havia arrancado minha roupa enquanto chupava sua deliciosa boceta, e após o fim do seu orgasmo, continuei a chupá-la sem parar. Mesmo ela tirando o dedo de dentro de si mesma, minha língua a manteve se contorcendo e gemendo baixinho.
A sentei bem no meio do banco de trás, ficando de frente para mim. Comecei a beijá-la e durante o beijo, puxei seu corpo um pouco pra frente, coloquei meus braços em baixo de sua perna, as abri e apoiei nos bancos da frente. Após o beijo, fui para a lateral de seu pescoço, falar para Thais o quanto eu queria ter feito isso com ela antes. O que recebo em troca, é uma resposta com uma voz ofegante, dizendo "me come".
Ela mesmo pegou em meu pau e sem enrolar, o posicionou na entrada de sua boceta. Minha vontade foi tanta ao senti-la quente e molhada com a cabeça de minha pica, que meti nela com tudo, de primeira. Um gemido alto tomou conta do carro, enquanto metia em sua boceta imparavelmente, com toda minha força e vontade.
Meu pau entrava e saia em sua boceta, que se contraía em tempos e apertava meu pau, cada vez mais forte. Aquela imagem em minha cabeça se tornou real quando ela olhou em meus olhos, com seu rosto carregado de tesão, e disse "me come gostoso, Felipe. Não para".
Ao ouvir aquilo, apertei-a forte, forte o suficiente para deixar uma marca. Tudo o que eu fazia refletia nela, com respostas com contorções e gemidos, o que me deixava louco. Mas foi quanto ela estava quase gozando novamente, quando ela começou a pedir imparavelmente para fazê-la gozar de novo, quando ela disse um "por favor" e logo em seguida veio um gemido, aquele gemido que marca o início de um orgasmo delicioso, que meu corpo não aguentou.
Comecei a gozar dentro de sua boceta, sem parar enquanto ela me apertava e arranhava minhas costas. Os dois gemiam e o carro balançava demais, com seus vidros totalmente embaçados. Continuei metendo nela por mais alguns segundos, para que ambos pudessem terminar de gozar.
Depois desse dia, vivemos algumas outras aventuras deliciosas, mas isso fica para outro dia...
*Publicado por ContPraEla no site promgastech.ru em 22/07/18. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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