Não somos gays... apenas aconteceu! A prima e a namoradas são testemunhas
- Temas: Sexo, namoro
- Publicado em: 02/04/25
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- Autoria: Dakeng
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CAPÍTULO 1
Era época de carnaval, e não curto esse tipo de diversão, estava sem namorada e resolvi então passar esses dias na fazenda dos meus tios em Mato Grosso do Sul, e ir pescar no Rio Coxim pegar pacus e dourados.
Mesmo sabendo que na casa de meus tios ia encontrar de tudo, mesmo assim comprei alguns tipos de mantimentos, um pouco de manta de contra-filé e linguiça e vários fardinhos de cerveja. Lotei minha Fiat Strada, malas de roupas e equipamentos de pesca.
Cheguei e fui muito bem recebido pelos tios Rodolfo e Cecília, pelos primos Clara e Júlio. A conversa rolou solta, perguntaram de meus pais, como estava os estudos (cursava 2. O ano de advocacia), e tantas outras coisas, enfim, a conversa foi colocada em dia.
A casa de meus tios ficava logo na entrada da fazenda, e o rancho na beira do rio ficava numa distância de quase 2 quilômetros devido aos desvios, e para chegar lá tinha que abrir muitas porteiras que era a separação de pastos para a criação de gado.
Praticamente passamos o resto do dia ali na fazenda e já marquei com o primo para ir pescar no dia seguinte depois do almoço e foi o que aconteceu. Colocamos o motor de popa na caminhonete e fomos. O rancho não era grande, uma varanda com fogão à lenha, cozinha, uma salinha e um quarto com uma cama de casal. Onde a canoa de alumínio ficava amarrada com corrente e cadeado, era talvez o lugar mais bonito do rio, pois aparentava ser uma prainha.
Demos uma limpada no rancho, colocamos o motor na canoa, pegamos as carretilhas, as iscas e saímos. Já estava escurecendo quando voltamos e a tarde não foi boa de pesca, eu peguei um dourado e o primo um pacu. Voltamos para casa da sede. Limpamos os peixes e guardamos no freezer.
Durante o jantar conversei com o primo Júlio para voltar ao rio, passar o dia inteiro e dormir no rancho, só voltando no outro dia. Vamos levar arroz, temperos, pegar umas mantas de carne e cerveja, a gente acende o fogão a lenha e fazemos almoço e o jantar.
Quando deu 7: 30 horas da manhã já estávamos no rancho. Preparamos a lenha para acender o fogão. Pela manhã ficamos ali na beira do barranco para pescar uns peixes pequenos para fritar.
Para nossa surpresa, ali pela 11: 30 horas, percebemos duas motos chegando e era a Clara e sua amiga Cristina, namorada do primo, dizendo que também vieram almoçar, trouxeram mais cervejas, tomate e alface. Vamos aproveitar para nadar na prainha, entraram no rancho e logo saíram trajando biquinis provocantes, sim, ambas gostosinhas. Ali do rancho dava para ver elas brincando na água.
Começamos a limpar os peixes e temperar, não demorou muito e as meninas chegaram e disseram que iam ajudar a preparar o almoço, e ali ao nosso redor, desinibidas, ficaram de biquinis. Fogão aceso, música tocando, bebidas sendo consumidas, dançado com as meninas, meu primo beijando a namorada, ela sentava no colo dele, ele passava as mãos nas coxas dela e ela dava risada, ela era provocante, e eu e minha prima só olhando, mas o ambiente estava excitante com aqueles biquinis perto de nós exibindo seus corpos jovens e atrativos.
O arroz ficou pronto, também os peixes, as mantas de carne e a salada, e todos iam beliscando, continuando bebendo, dançando agarradinhos e já se percebia um volume grande em nossos calções com aquela esfregação, minha prima percebeu e encostou ainda mais, e sorridente ficava olhando em meu rosto para ver a reação.
De vez em quando via meu primo levando Cristina para dentro do rancho e logo voltavam, ela arrumando o biquini e a parte de cima, nos seios, e ele mostrava que estava com o pinto completamente duro e não tinha como disfarçar enquanto arrumava o calção.
Chamei Clara para ir na prainha e lá disse a ele... Seu irmão e a Cristina estão me deixando muito excitado e você é minha prima, e ela disse... Eu também já estou e tem mais primo, não fique surpreso não, nós viemos aqui para dar para vocês, já faz mais de um ano que não dou para ninguém e também estou com muita vontade. Isso que você está vendo foi arquitetado pela Cristina e eu topei
Nossa Clara, isso não é possível, somos primos, e ela... Ninguém precisa ficar sabendo, e eu... Não estou acreditando nessa situação, embora você é bonita, muito gostosa e desejada. E ela... Não perca essa oportunidade primo. Mas prima, e o seu irmão e a Cristina vão perceber e vai ficar um ambiente ruim. E ela... Tenho segredo dos dois e eles não falarão nada, já te falei, a Cristina queria dar hoje para meu irmão e então bolou esse plano.
Clara, volte lá para o rancho e vou conversar com seu irmão. Chamei ele num canto do rancho e expliquei a situação e ele meio alterado pela bebida, sem ter noção da situação simplesmente disse... Primo, ela é de maior, sabe o que quer, a vida é dela, vai dizer que você não sabe o tanto de primos que acabam traçando as primas. Se decidam logo nessa situação, se você falhar estraga tudo, e já estou louquinho para dar uma metida na Cristina, olha lá as coxas dela, a bunda, já não estou aguentando mais.
Voltei e falei para Clara, seu irmão não se importa, e ele já está desesperado para comer a namorada. E aí Clara, você quer isso mesmo, não vai se arrepender, e ela... Não vou não primo, eu quero isso, estou com desejo, estou excitada.
Fui atrás do primo e falei... Primo, está tudo certo, mas você não vai ficar com raiva de mim? Não vou não primo, só trate ela bem. Aí eu disse... Então vão vocês primeiro e depois é a nossa vez, vou ficar aqui na varanda e se vir alguém chegando eu dou um assovio e vocês vem para a varanda. Já se pegando, Júlio já agarrava a bunda de Cristina e os dois foram para o quarto e da varanda dava para ouvir Cristina gozando na vara do meu primo, era escandalosa quando gozava.
Ali na varanda em observação, fiz Clara sentar em uma das minhas pernas, a beijava, passava as mãos em suas coxas, coloquei um de seus peitinhos para fora e mamei gostoso, puxei o biquini de lado, e passava um dedo em sua bucetinha já melecada e ela gemia, puxei meu pinto para fora e fiz ela pegar, ficou alisando e ela disse... Ele é bonito, do jeito que gosto, e você não sabe a vontade que estou de sentir um pinto dentro de minha bucetinha, ela me abraçava, me beijava.
Passado uma meia hora, os dois saem todos sorridentes lá do quarto e Cristina feliz disse... Nossa, foi maravilhoso viu Clara, deixei o pinto de seu irmão "molinho", gozamos duas vezes, ele acabou gozando em meus peitinhos e a outra sujou meu cuzinho de porra quentinha, já Fábio disse... Não lhe disse que ia lhe arregaçar, gemeu gostoso no meu cacete. Então Cristina pegou as mãos dele e disse... Vamos lá para a prainha para nos limpar.
Aí eu disse... Amanhã a 2. A parte. Não quer saber o que aconteceu na minha vez e nos outros dias?
*Publicado por Dakeng no site promgastech.ru em 02/04/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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