O amigo do amigo também merece!

  • Temas: moreno, novinho, oral, anal, gay, homossexual
  • Publicado em: 02/04/25
  • Leituras: 664
  • Autoria: norv69
  • ver comentários

A vida seguia seu fluxo e logicamente eu fui ganhando mais experiência com o Almir. Não havia como distanciarmos e tudo foi ocorrendo em sequência, eu tinha uma necessidade intensa sexual e ele foi dando conta do recado. Sabia que era preciso manter segredo e caísse na boca dos meus pais daria um problema bem sério. Tudo que eu não queria era dar bandeira e o Almir entendeu que o melhor era hotel e não por ali. Almir, negro, trinta e sete anos, baixo e forte, rosto comprido era um voraz devorador do meu cu. Ele optou pela minha bunda colocando a amizade com meu pai em segundo plano. Eu, branco e magro, estatura mediana, olhos castanhos e rosto comprido com cabelos pretos curtos, dezoito anos, muito erotizado já sabia que meu destino era ser gay, quem sabe, um bi. Tomei tanto caralho preto dele na bunda e parti para novas descobertas. Eu não queria um vínculo e somente sexo casual. Eu conheci o Sílvio, careca, quarenta e cinco anos, rosto redondo, baixo e gordinho, branco, um segurança de barzinho perto da faculdade e transamos. Eu começava a dar passos rumo à minha autonomia sexual. No bar, o Sílvio chamou de canto e disse:


- Quer conhecer um amigo meu?


- Onde?


- Lá em casa.


Eu fiquei de pensar, achei arriscado, eu também tenho responsabilidade e dependendo quem fosse eu não toparia. Pedi para trazer o cara, quem sabe? Dois dias depois, ele trouxe o Jorge, um moreno escuro, cara bom de papo, trinta e um anos, careca, físico de academia e um pouco mais alto que eu. Bebemos uma, o Sílvio falou que o cara era light, não dava bandeira e achei bom pois no bar quase ao lado da faculdade era bem perigoso ficar expondo minha condição. O cara foi fazendo a minha mente em tom baixo, acabei topando e fomos para um motel uns quarteirões dali. Eram dezessete horas, pegamos uma hora para aproveitar.


Tiramos as roupas e um belo cacete comprido já ereto surgiu. Sentou na ponta da cama e entrei no meio das suas pernas. Sorri, segurei, caí de boca! Hum! Paguei mamadas rápidas até meio pau. O pau enrijeceu mais na minha boca e eu vi a senti e vi a cabeça ganhar volume, achei que não ia aguentar. Soltei pau e paguei mamada indo e vindo como estivesse degustando, ganhei carinho nos cabelos e fomos para a penetração.


No meu da cama, fiquei de quatro, ele falou:


- Isso, assim.


Melou meu anel e botando as mãos na minha bunda, abriu numa estocada só! Duas, três, começando a foder ritmado. Eu corei, sangue esquentou, fiquei zonzinho e o vai e vem obrigou a abrir a minha boca com caretas e soltei uns gemidinhos, odeio ser escandaloso, o pau foi abrindo a portinha e ele cruzou os braços na minha barriga forçando uma enterrada! Uau! Abri bem a boca!


- Ahhh, nossa!


Desci o corpo e ele foi trabalhando o cacete lá dentro, fodendo com bom ritmo e eu gemia de olhos fechados, caretas! Estava entregue e fácil. A relação ficou tensa, era um posição de acasalamento, uma luta entre seu caralho e meu cu, coisa excitante! Vieram socadas mais fortes e fiz caretas com gemidos! Voltei para a posição de quatro e ele ficou no gostoso vai e vem, passei a língua nos lábios recebendo carícias!


- Hum, nossa, é bom. Ohhh, isso.


Apertando minha bunda, ele partiu para um sexo mais forte e rápido, botando fogo na portinha e deixando meu cu quente! Estar ali no motel com um estranho comendo meu cu já era algo que dava muito tesão. Todas as suas investidas valiam a pena pois eu sentia prazer e rebolei na rola dele mordendo o lábio. Tesão! Sem camisinha, pele na pele, eu sentia o poder da sua vara em mim!


- Isso, rebola, delícia.


Toda esta safadeza era fruto da minha erotização e novinho, eu botava meu cu numa pica para realizar minhas vontades mais íntimas pois gostava de dar. Ganhei mais vai e vem forte e gemi, fazendo caretas diante da situação. O importante que eu matava a vontade do Jorge! Destruindo a porta do meu cuzinho com rapidez, eu soltava ais e ele tirou:


- Ahhhh, ohhhh, ahhhh


Jogando esperma na minha bunda, ele mostrava a tara por novinho! Melou minha bunda e foi espalhando. Deu algumas penetradas a mais e fomos ao banho.


Saímos do hotel e cada um seguiu seu rumo e fui direto para casa. Sentado no ônibus com dificuldade, meu cu latejava forte! Caramba! Chegando em casa tomei novo banho, comi alguma coisa, vi uma televisão curtindo meu rabo! Dormi rápido e cansado pela pegada do Jorge em mim.


Desta forma, eu descobria que haviam opções além do Almir e naturalmente eu precisava estabelecer uma rede de possíveis interessados para aproveitar mais. Sou safadinho, não? Delícia!

*Publicado por norv69 no site promgastech.ru em 02/04/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


Comentários: