Uma troca não muito justa
Conto erótico de hetero (+18)
- Temas: oral, boquete, sexo oral
- Publicado em: 17/09/23
- Leituras: 1033
- Autoria: Millart
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Oie gente, quanto tempo não é mesmo? Eu me chamo Camilla e depois de um tempo sumida do site, vou contar sobre algo que aconteceu no começo desse mês.
No início do mês, um amigo meu, um amigo meu me chamou para ir com ele assistir uma apresentação de dança da escola em que o namorado dele dá aula. Foi no primeiro sábado
de setembro. Vesti um short jeans, uma camiseta branca e tênis e fui encontrar com esse meu amigo para irmos para a apresentação.
O evento em si foi maravilhoso, desde as criancinhas dançando de forma super fofinha até os adolescentes fazendo uma apresentação vibrante ao som de k-pop que tá na moda hoje em dia, ao meu ver todo mundo se saiu super bem e foi muito legal assistir. Entre um grupo e outro, a apresentadora do evento, que também é dona da escola, agradecia o público, contava detalhes da escola e fazia aquele “merchan” da escola e de outras empresas que faziam parte do patrocínio da apresentação, além de claro, muito música enquanto o pessoal preparava o palco pro grupo seguinte. Quem fechou a apresentação com chave de ouro foi a turma de balé em uma apresentação bastante bela e delicada onde ficou evidente o esmero e a habilidade dos alunos.
Quando as apresentações terminaram, meu amigo e eu fomos até os bastidores falar com o namorado dele, parabenizamos ele e ficamos um tempo conversando com um grupo de professores, pais e alunos. Após algum tempo, a dona da escola começou a pedir pro pessoal se retirar para os alunos que quisessem ir trocar de roupa e liberou os pais para levá-los embora. Nos despedimos do namorado do meu amigo, já que ele iria ficar para ajudar na arrumação e limpeza do salão junto do pessoal da escola, e fomos embora. Quando saímos, já era por volta das 22: 30, a rua do salão estava bastante deserta, mas como era perto da casa desse meu amigo, não vimos necessidade de chamar um carro ou pegar ônibus e então fomos andando pra casa dele.
No caminho ele começou a dizer que estava mal do estômago, e que precisava chegar logo em casa para ir ao banheiro. Apertamos um pouco o passo, mas não foi o suficiente, ele estava realmente passando mal e, talvez, não fosse aguentar para chegar em casa. Quando estávamos passando em frente a um mercado, pela grade a gente viu um segurança e meu amigo chamou ele. Claro, ele se aproximou com cautela da grade para perguntar do que se tratava. Meu amigo explicou a situação e perguntou se havia algum banheiro que ele pudesse usar. O segurança disse que não estava autorizado a deixar ninguém entrar após o fechamento.
Entrei na conversa e reforcei que meu amigo não estava passando bem e que só ele iria entrar e que o segurança podia até revistar ele e deixar comigo qualquer coisa que estivesse no bolso dele. O segurança olhou para mim com um olhar sério e olhou para o meu amigo que já estava começando a suar frio e disse que mesmo assim não podia fazer nada e que deixar a gente entrar poderia colocar o trabalho dele em risco. Meu amigo se contorceu um pouco e eu pedi mais uma vez para ele deixar meu amigo ir ao banheiro. O segurança se aproximou mais da grade e disse em alto e bom tom que eu tenho uma boca bonita, eu disse que não era hora pra isso e ele continuou sem parecer me dar ouvidos que ele deixaria meu amigo ir no banheiro do estacionamento mas com algumas condições. A primeira seria que ele seria revistado e qualquer coisa que estivesse com ele, ele entregaria. A segunda seria que ele seria escoltado até o banheiro e do banheiro para o portão, e a terceira é que a decisão seria minha, pois ele só deixaria meu amigo usar o banheiro se eu topasse fazer um boquete para ele.
Eu fiquei atônita ouvindo isso, na minha cabeça não fazia nenhum sentido isso e me senti bastante ofendida, olhei para o meu amigo com o intuito de falar pra gente seguir e ele estava suando e claramente com dor na barriga, ele olhou pra mim por um instante e eu resolvi topar a oferta do segurança. Ele falou pra gente seguir ele para o portão do estacionamento que ainda não havia sido trancado e enquanto isso ele falou com a equipe de segurança que iria deixar um rapaz ir no banheiro e que estaria escoltando ele. Quando entramos, ele revistou meu amigo e pegou a carteira, o relógio e o celular dele, colocou no bolso e fomos seguindo ele até o banheiro. Assim que meu amigo entrou no banheiro, ele me puxou pelo pulso até um canto mais ou menos escuro, passou um dedo pelos meus lábios e disse que era hora de eu fazer a minha parte do acordo.
Primeiro ele me puxou e me beijou, mesmo aquilo não fazendo parte do acordo, decidi não protestar com medo do que ele faria, e enquanto me beijava ele aproveitou para passar a mão nos meus peitos e na minha bunda. Ele abriu as calças e me mandou mamar ele como se fosse uma puta profissional. Eu me agachei na frente dele e olhei bem para o pau dele, segurei ele perto da cabeça e comecei com uma punhetinha enquanto lambia a ponta da cabeça, mas o segurança disse que estava com pressa pra gozar e mandou eu colocar ele na boca de uma vez, obedeci e com um ritmo rápido, comecei a chupar ele, indo e vindo com a boca no pau ele enquanto batia uma punheta na base.
Ele então me mandou chupar as bolas dele, levantei o pau dele e coloquei uma delas na minha boca, fazendo pressão e dei uma olhadinha para ele, que claramente estava louco de tesão, depois coloquei a outra também e isso arrancou um “elogio” dele, dizendo que eu era mesmo profissional naquilo. Ele mandou eu voltar a chupar o pau dele, apenas a cabeça enquanto olhava para ele e acariciava o testículo dele com as mãos, mais uma vez obedeci e percebi que para ele, aquilo estava muito divertido, e apesar de no começo eu estar fazendo aquilo contra a minha vontade, eu até estava curtindo também. Continuei a mamar ele enquanto com uma mão batia punheta na base do pau dele e com a outra fazia carinho nas bolas dele e de vez em quando ia chupar elas também.
Não sei quanto tempo aquilo levou, mas meu amigo saiu do banheiro e o segurança mandou ele esperar na porta do banheiro que a gente já estava terminando. Ele então de repente segurou minha cabeça pelos lados e começou a mover o quadril, com movimentos rápidos de estocada com o pau dentro da minha boca. Eu fechei os olhos e me segurei na cintura dele para não perder o equilíbrio enquanto ele fodia a minha boca. Não demorou muito e ele anunciou que iria gozar, por um instante eu pensei que ele iria gozar na minha boca, mas assim que o primeiro jato de porra saiu, ele tirou o pau de dentro da minha boca e ainda me segurando pelo cabelo, jogou o resto do leite dele no meu rosto, me dando apenas tempo de fechar os olhos. Depois de terminar de gozar, eu cuspi a porra dele no chão, ele se ajeitou e me conduziu, me abraçando pela cintura até o banheiro, onde meu amigo estava esperando. Entrei rapidamente para lavar o rosto e quando saí ele nos levou novamente, ainda me abraçando pela cintura, até o portão, onde vi que alguns funcionários do mercado estavam saindo pelo mesmo local. Quando saímos ele me puxou e me beijou mais uma vez, devolveu as coisas do meu amigo para ele e disse que foi um prazer ajudar.
No caminho, meu amigo pediu desculpas pelo que eu tive que fazer para ajudar ele e eu disse para ele não esquentar a cabeça com aquilo, pois, apesar de tudo, eu tinha curtido também fazer um oral naquelas circunstâncias.
*Publicado por Millart no site promgastech.ru em 17/09/23.
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