Provando a Bucetinha da minha Sobrinha
- Temas: Lésbica, amor proibido, incesto, grupal
- Publicado em: 02/04/25
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- Autoria: RitaMerchior
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Mais que uma parte de você, um filho é pra uma mãe quase uma extensão. Uma parte que lhe dói a cada tombo, naqueles primeiros passos. E, igualmente, a cada descoberta, a mesma surpresa. Quando começam a aprender, aprendemos um pouco também, pelo menos sobre matemática, pra ajudá-los na lição de casa, revendo o que aprendemos um dia.
Mas, entre mães e filhos, a única coisa que não reaprendemos é o prazer. Se você aprendeu errado, continuará burra. Se não aprendeu nada, continuará sem saber nada, como um doce que nunca se provou pra dizer que gosto tem.
Só que não precisa ser assim. Da mesma forma que não precisamos repetir o que aprendemos errado, igual as nossas mães com aquele “Tira a mão daí, menina!” Se um filho tem o prazer de gozar se masturbando, podemos aprender com o seu prazer, conhecendo pela primeira vez, ou descobrindo um prazer inteiramente novo.
Ver como o meu caçula tinha todo prazer, gozando docemente na minha boca, ao mesmo tempo em que eu fodia o seu cuzinho com o dedo, me enchia do mesmo prazer. E, igualmente, deixar o mais velho me foder, metendo na minha boca com o mesmo ímpeto que me fodia entre as pernas.
Mas ter uma filha, e aprender com ela, talvez fosse uma experiência diferente, de descobertas que talvez me evocassem a menina que um dia eu fui. Fico imaginando se teria coragem o bastante. Nos meus tempos de escola talvez pudesse, se não fosse tão tímida com as outras meninas. Mas, quem sabe, talvez tivesse uma segunda chance, dessa vez com a minha sobrinha.
Depois de tudo o que aconteceu, tendo sido descoberto o meu segredo e revivendo com meu irmão todo o passado, eu me sentia livre de um peso e surpresa de ver como tudo de repente se ligava.
Mas uma última ponta do novelo parecia me ter passado despercebida o tempo todo. E quando eu finalmente descobri, foi como de novo ser levada de volta ao sítio do meu avô, debaixo da jaqueira. Não sei qual o problema com o carro, mas naquele dia meu irmão precisou levá-lo na oficina, e eu fiquei tomando conta da minha sobrinha. Mas, enquanto estava cuidando da minha mãe, de repente as crianças me sumiram de vista.
No quarto não estavam, nem na sala vendo tv. Então, depois de procurar pela casa toda, me lembrei da outra casa: a dos fundos. Por um instante, me esqueci que era a casa do pai da menina, e, se quer cometer uma travessura, criança geralmente começa em casa, onde tem os lugares certos pra isso.
Cheguei na porta, mas, antes de entrar, ouvi alguma coisa e resolvi dar a volta pelos fundos. Pela fresta da cortina, deu pra espiar lá dentro, onde no quarto do pai ela escolheu pra sua pequena travessura. De quatro sobre a cama, ela chupava o meu caçula, enquanto por trás o mais velho metia entre as suas pernas.
Não sei onde essas crianças de hoje aprendem essas coisas, mas a menina parecia saber direitinho como chupar um pau. Ao mesmo tempo, enquanto meu filho segurava a sua cintura, metendo sem parar, ela brincava com a língua, passando na cabecinha que brilhava de saliva. Depois, descia por toda a extensão até o saquinho, lambendo as bolas do outro, de joelhos à sua frente.
Escolher a cama do pai pra perder o cabacinho, como diz o bom e velho doutor Freud, é apenas um desejo inconsciente que habita os pensamentos, só esperando pra sair da nossa cabeça. E, mais tarde, eu acabaria descobrindo que na verdade aquela nem foi a primeira vez, que sempre que podiam fugir à vista de todos, eles iam pro fundo do quintal, onde se comiam e se chupavam. Aquela apenas foi a primeira vez que tinham uma cama pra isso.
E eu que pensava que uma menina criada em apartamento, longe do campo e da sombra das jaqueiras, não sabia nada da vida. Olhando de novo, me surpreendia vê-la comandando a coisa toda, fazendo os garotos trocarem de lugar. Agora, com o caçula deitado na cama, ela cavalgava o seu pau, enquanto chupava o mais velho. E, do jeito que mais gostava, ele começou a foder a sua boca.
É claro que, mais do que me lembrar da minha infância, aquilo me enchia de um tesão inusitado, e não resisti a meter dois dedos na buceta e bater uma siririca olhando a cena. Afinal, a única coisa que eu me arrependia de nunca ter experimentado era o gostinho de uma bucetinha. Adoraria ter metido a cara entre as pernas de uma amiga de escola e provado o seu melzinho, ou um beijo de língua em uma menina.
Mas, dessa vez, apesar da vontade, preferi deixar os três na sua pequena farra, e guardar segredo de uma coisa só deles, e que ao mesmo tempo me trazia tantas lembranças. No entanto, naquela mesma noite, eu descobriria que o passado às vezes volta num instante furtivo, e outras ele volta pra ficar.
Naquela noite, diferentemente, era preciso ter cuidado pra não acordar a menina no quarto ao lado. Mas, como não podia deixar de ser, não demorou e lá estavam os garotos de volta. E dessa vez, nem tiveram nenhuma cerimônia em ir logo tirando a roupa, se metendo entre nós na cama, um do meu lado e o outro ao lado do tio.
Já de pau duro e todo sorrisos, meu irmão foi logo recebendo o caçula num abraço demorado e me deu uma pontinha de ciúmes quando o garoto sorriu pro tio e lhe deu um selinho, enquanto tinha o seu pau masturbado. Ao mesmo tempo, o mais velho já queria o meu peito, apertando e estendendo a linguinha, me tirando um súbito gemido assim que começou a me chupar.
Só que, como dizem, a noite ainda era uma criança. E, pra ser mais precisa, de um metro e meio e cabelo escorrido no ombro, com uma carinha de quem tinha sido acordada pelo barulho no quarto do pai. Ali parada na porta, ela ainda nos lançava aquele olhar inquisidor, fosse para o pai ou para os primos, que ainda pela manhã estavam com ela naquela mesma cama.
Talvez, na sua cabecinha de dezoito anos, ser traída pelos dois fosse um pecado maior que flagrar o pai e a tia juntos. E, por falar nisso, acho que só agora ela tinha se detido o bastante, olhando fixamente os meus peitos. Então, nuns poucos passos que deu até a cama, ela parou diante de nós, um tanto curiosa, sobretudo com a minha nudez, como que admirada de ver pela primeira vez o corpo de uma mulher.
Ainda sem reação, o pai apenas olhava a filha, indeciso entre dar uma bronca e mandá-la pro quarto ou tentar explicar a situação. Mas, se havia uma chance de realizar aquela fantasia de menina, que mais do que nunca não me saía da cabeça, eu tinha que fazer alguma coisa. E já que eu sabia do segredinho dela, acho que isso era uma vantagem.
Então, me inclinei até o meu caçula e sussurrei no seu ouvido o que ele devia fazer. E, como já imaginava, pela carinha saliente, meu filho me sorriu e, descendo da cama, foi até a prima e lhe deu um singelo beijinho no rosto. Não menos surpresa, ela desviou por um instante o olhar dos meus peitos e sorrindo de volta, como se um casalzinho de namorados, segurou a sua mão estendida e deixou que ele a conduzisse, sentando ao meu lado na cama.
E quando os três se encontraram naquele olhar de cumplicidade, eu sabia exatamente o que passava pelas suas cabecinhas. Se o pai não sabia o que fazer, acho que os meus filhos podiam dar uma ajudazinha. Cada um de um lado, os dois puxaram a prima pra cima da cama e, provavelmente como fizeram de manhã, começaram a acariciá-la.
Primeiro os peitinhos por sob a blusinha, fazendo ela ir aos poucos se soltando. E então, meio corada diante do pai, ela foi cedendo aos avanços dos dois. Até que, de uns beijinhos inocentes, mãos que iam se explorando e se deixando tocar, ela se revezava, beijando um, depois o outro, sem mais se importar com o pai, que olhava sem reação.
Àquela altura, acho que já podia me meter e mostrar ao meu irmão o que ele estava perdendo. Não sei que efeito a nossa infância teve sobre ele; se em algum momento ele fantasiasse ter o mesmo grau de intimidade com a filha. Bem, só tinha um jeito de saber.
Acariciando o seu rostinho, eu tive por um instante a atenção dela, que novamente me devorava os seios com os olhos. Então, acho que me deu vontade de fazer o mesmo, e eu quis provar os seus peitinhos. Talvez o seu pai também quisesse, só não tinha coragem de admiti-lo. E, com toda simplicidade, eu puxei a sua blusinha de alça, ao passo em que, ainda me olhando no fundo dos olhos, ela me sorriu e com toda naturalidade, levantou os braços e me deixou tirá-la.
Meu irmão não sabia se me impedia ou se me deixava, presa na mudez do seu olhar uma contida excitação, especialmente quando eu estendi a mão e voltei a acariciar a sua filha. Só que dessa vez, eu tinha bem ao alcance o seu peito nu, ainda bem durinho, revelando dois botões de mamilos que mal começavam a brotar e já se eriçavam ao contato.
Passando o polegar sobre os dois, eles logo já estavam durinhos, mostrando toda a excitação da minha sobrinha. E ao fechar os olhos por um instante, ela deixava escapar um ligeiro suspiro, revelando o que de mulher o pai não conhecia na menina. Até que, ao abrir de novo os olhos, ela também quis o mesmo, estendendo a mão pra tocar o meu seio.
E, naquele contato tão íntimo, que só uma mulher se permite com outra, eu pude reconhecer onde éramos tão iguais naquele momento, mesmo na distância das idades. E, sem me conter, eu quis prová-los, me inclinando sobre ela e estendendo a língua pelos seus peitinhos. Com o ligeiro arrepio que lhe percorria ao primeiro contato, ela se deixava tocar, arqueando o peito na respiração ofegante.
Primeiro um, depois o outro, eu sentia o seu gosto intocado, e não resistia levar dois dedos entre as pernas, só pra constatar o quanto estava toda molhada. Então, como que apenas numa troca de fluídos que se deixa provar entre iguais, eu levei o dedo até a sua boquinha e ela, curiosa, estendeu a língua, colhendo o mel fresco das minhas entranhas. Até finalmente abrir a boca e chupá-los, primeiro um, depois o outro.
Tendo então provado de mim, ela me sorriu e parecia não totalmente satisfeita, querendo dessa vez provar do meu peito. E, ainda com a língua de fora, ela se inclinou e veio me tocar. Percorrendo o contorno do meu seio, eu deixava que ela provasse da minha carne, mas fui literalmente arrancada de mim quando senti a sua boquinha pousar delicada no bico do meu peito.
Ao voltar a abrir os olhos, me deparei com o brilho no olhar do meu irmão, incrédulo vendo a filha chupar o meu peito, bem ali na sua frente; como se aquilo apenas habitasse seus sonhos mais secretos, e ele nem o soubesse. Então, recebendo de encontro ao meu o seu corpo macio, eu deixava que ela sentisse os meus peitos contra os seus. E mesmo tão evidente a diferença entre os meus e os seus, ela parecia adorar senti-los lhe roçar a pele.
Até que não resisti em lhe dar uma última aula, lhe ensinando o que as meninas só aprendem com uma mulher. De joelhos sobre a cama, eu a abraçava, enquanto tinha a sua boquinha colada na minha, entreaberta e lhe dando a minha língua pra ela chupar. Não sei se ela já tinha feito alguma coisa com uma amiga de escola, mas sem dúvida aquela era a primeira vez que ela provava a boca de uma mulher. Ao lado, acho que seu pai não podia estar mais deslumbrado com o que via.
Engraçado, quando ouvimos falar de pais abusadores, que se aproveitam da inocência de suas filhas, essa é a única imagem que temos. Nunca nos ocorre pensar que aquela menina pode, bem lá no fundo, ter todo prazer do mundo em querer tocar e se deixar tocar, experimentando a sensação proibida do mundo dos adultos. E, afinal, talvez ela só queira alguém que lhe ensine os primeiros passos do prazer, o que ela já fazia com os primos.
Enquanto nos beijávamos, eu a coloquei de joelhos à minha frente, e fui descendo o seu shortinho. Eu apenas imaginava, mas não me surpreendeu nem um pouco ver que ela não opunha nenhuma resistência, como me ajudava a tirá-lo. Até que ela se apressou.
— Peraí! — e sentando-se na cama, ela virou-se ligeiramente e se livrou de vez do shortinho, puxando junto a calcinha.
E então, peladinha como veio ao mundo, ela primeiro lançava ao pai aquele olhar ladino, como que pra ver a reação dele diante da sua nudez. E ao se voltar, de novo se esfregava em mim, me oferecendo a boquinha entreaberta e mostrando que já tinha aprendido. Com uma das mãos eu tinha o seu rostinho inclinado, ensinando como se fazia. Ao mesmo tempo, com a outra mão, eu agora tinha total acesso à sua bucetinha. E, como já supunha, ela estava também toda molhadinha, no meio de toda aquela saliência.
Você não imagina que ainda em tão tenra idade, uma garota possa se excitar de tal forma, que basta passar o dedo na entradinha pra colher o seu melzinho. Eu sei disso porque era assim que eu ficava toda vez que ia me enfiar na cama do meu irmão no meio da noite. E agora, depois de tantos anos, com a sua filha nos meus braços, assim que eu trouxe o dedo todo melado de gozo, foi uma delícia prová-lo, lambendo diante do seu olhar curioso.
Mas é claro que toda menina, depois de uma boa siririca, também adora provar o seu próprio melzinho. E pra matar a sua vontade, levei o dedo até a sua boca e ela prontamente o recebeu e voltou a chupá-lo. Ao mesmo tempo, com o outro dedo, eu comia o seu cuzinho por trás, deixando ela toda molinha.
Pelo visto, a menina gostava mesmo de chupar. E não tem nada melhor que, no meio de uma vontade louca, ter bem ao alcance um belo pau duro — e se for o do seu próprio pai? Melhor ainda; fica tudo em família.
Depois de ter deixado minha sobrinha toda molhadinha, com aquela vontade de dar água na boca, só de ver o pai ali sentado se masturbando, acho que já podia deixá-la matar sua maior curiosidade. E assim que a menina se virou pra ele, sem conseguir tirar os olhos do seu pau, nossa primeira aula estava concluída.
Com seu presente desembrulhado, e sem esconder o tesão diante do corpinho da filha, ele abriu os braços e a acolheu, como se um desejo finalmente consumado. E ela, por sua vez, ainda no abraço de joelhos sobre a cama, não perdeu tempo e já queria provar o gosto do pai, num beijo que duvido os dois algum dia tenham experimentado.
Uma coisa é um selinho na sua filhinha, que docemente se pendura no seu pescoço, naqueles primeiros anos da sua relação. Mas outra coisa bem diferente é tê-la em seus braços, com a língua metida na sua boca. E, mais do que tudo, ela só quer de você a sua língua. E quando você toma coragem de estender-lhe, é desconcertante perceber que ela de repente foi parar na boquinha da sua filha, que chupa feito um doce.
Com as mãos descendo pelas costas da menina, ele chegava até a bundinha dela, apertando firme, como se querendo abri-la bem. Até que finalmente se rendeu à sua curiosidade e deixou que ela tomasse o seu pau em suas mãos. Primeiro, batendo pro pai uma punhetinha, a menina parecia se divertir, fazendo surgir a cabecinha vermelhinha. Mas, sobretudo, ela se admirava do tamanho, bem maior que o dos primos.
Vendo o jeito como ela devorava com os olhos o pau que se elevava pulsante em suas mãos, acho que precisava de uma ajudazinha. Talvez tivesse que lhe ensinar como fazê-lo direitinho. Afinal, mesmo já tendo provado o dos primos, aquele era o primeiro pau de verdade que ela tinha só pra ela.
— Deixa a titia mostrar como se faz! — eu segurava pela base o pau do meu irmão e lhe dava a sua segunda aula da noite.
Primeiro, tem que sentir o gostinho na ponta da língua. Pode lamber à vontade, especialmente no topo, onde é mais molhadinho, e de onde logo sai o leitinho. Depois, vai descendo até lá embaixo, e se quiser, pode treinar no ovinho, chupando um, depois o outro. E então, quando ver que cabe tudinho na boca, pode voltar lá pra cima e começar a chupar.
Diante do olhar vidrado da minha sobrinha, eu deslizava a língua e abria bem a boca, deixando o seu pai meter tudinho, até começar a me foder. E então, recobrando o fôlego, eu voltava a lamber, pra em seguida engolir de novo e senti-lo me chegar na garganta. Até que, segurando pela base, eu oferecia pra ela fazer o mesmo.
É claro que a boquinha da menina conseguia no máximo engolir até a metade. Mas era lindo vê-la chupando o pai, tentando fazer caber mais do que podia. E ele, por sua vez, parecia sem reação; como se nunca tivesse ousado imaginar aquela cena: sua filha debruçada sobre o seu pau, tentando engolir tudinho.
Ainda meio hesitante, ele pousou no seu cabelo a mão, acariciando a menina ternamente. Mas não demorou e, tomado por uma certa luxúria, ele começou a meter nela, e movimentos de uma incontida penetração. Até que de repente ele estava fodendo a boquinha da filha, segurando a sua cabeça e querendo meter tudo.
E quando acabou perdendo o fôlego, ela soltou uma risadinha, limpando a boca com as costas da mão, até voltar a abocanhar e chupá-lo de novo. E eu não resisti a me juntar a ela, cada uma de um lado, lambendo aquele pau enorme, que quase mal cabia na boquinha dela.
E então, já devidamente lubrificado e ainda pulsante na sua mão, ela não pensou duas vezes em apontá-lo pro meio das pernas. E por mais que temesse machucá-la, o pai não tinha reação alguma. Eu mal acreditava que a danadinha queria mesmo tentar aquilo. Mas, tendo chegado o momento de saber se conseguiria montá-lo, não muito diferente do que eu tinha visto ela fazer com os primos pela manhã, ela começou a se esfregar nele.
Mas, uma coisa é montar um garoto da sua idade, e outra bem diferente era querer o pau de um adulto dentro dela. Então, seu pai tentou um caminho mais fácil e guiou seu pau até a entradinha do seu cuzinho. Agora sim, parecia que ela enfim teria o que queria. Com os braços em volta do seu pescoço, ela foi lentamente se deixando penetrar.
E, primeiro a cabeça do seu pau, que, ao lhe romper, arrancou dela um gemido e foi abrindo caminho, acomodando-se aos poucos e lhe preenchendo toda. Um ligeiro suspiro e mais alguns centímetros avançam. Até que ela deixa que o seu peso faça todo o resto, e agora já tem mais alguns centímetros alcançados.
Àquela altura, eu tinha dois dedos na buceta, assistindo cheia de tesão meu irmão comer o cuzinho da sua filha. E enquanto beijava a sua boquinha, ele a segurava pela bundinha, tentando abrir o máximo possível pra meter até onde dava. Então, um pequeno alívio, só pra recobrar o fôlego, e ele voltava a foder pra valer. Olhando aquilo, era difícil dizer pra onde ia tanto pau dentro do corpinho da menina. Mas ela não desistia de cavalgá-lo, suspirando ofegante.
Fico imaginando se em meus doze aninhos eu tivesse tido a petulância, enquanto minha mãe fazia as unhas, de me meter na cama do meu pai pra cavalgar o seu pau daquele jeito. Queria ver se ele ficaria tão sério enquanto eu subia e descia no seu colo, esfregando nele a minha bucetinha. No fundo, aquela súbita curiosidade chegava a me dar uma pontinha de arrependimento de não ter tentado.
E então, quando a minha sobrinha se virou, ficando de frente pra mim, eu não resisti a me inclinar até ela e beijar a sua boquinha. Mais do que aquela súbita intimidade entre nós, o que me movia era talvez uma invejazinha. Adoraria naquele momento ter também a sua idade, e poder cavalgar um pauzão daquele, do jeitinho que ela fazia.
Talvez assim pudesse enfim realizar aquela fantasia de menina e me atracar com ela num lindo meia nove. Mas quem disse que eu não podia? Se com os meus filhos eu tinha feito o mesmo, acho que seu pai não se importaria se eu me juntasse a eles. Então, me apoiando na cabeceira, eu me levantei e, de pé sobre a cama, eu abria bem a minha buceta diante dela e lhe oferecia pra ela provar.
E não deu outra. Enquanto o pai metia nela por baixo, acariciando a minha bunda, a menina enfiou a carinha entre as minhas pernas e começou a me lamber e a me chupar. E me surpreendia como naquela idade ela parecia ter tanto tesão, feito uma verdadeira putinha. Diante de tudo o que a minha sobrinha fazia na cama, eu me dei conta de que, naquela idade, eu ainda estava brincando de sarrar com o meu irmão, um tanto inocentemente.
E era uma delícia sentir a sua línguinha me explorar curiosa, brincando com o meu grelo e como que tentando me penetrar, só pra ver até onde conseguia. Era mesmo uma menina do seu tempo, não do meu. E ainda me pergunto onde elas aprendem essas coisas hoje em dia.
Me sentindo realizada, eu quis então lhe retribuir e, com a cara metida entre as suas pernas, agora foi a minha vez de provar a sua bucetinha, lambendo o seu pequeno grelinho e colhendo na ponta da língua o seu gozo. E confesso que me surpreendia como uma menina daquela idade podia gozar tanto. Ela chegava a perder o fôlego, revirando os olhinhos e jogando a cabeça para trás, enquanto eu sorvia docemente o que lhe escorria da sua xaninha.
Com metade do pau enterrado no seu cuzinho, ela ainda tentava descer um pouco mais, enquanto eu lambia o seu anelzinho e ia descendo pelo pau do meu irmão, até as suas bolas. E então, quando ele soltou um gemido e finalmente gozou, eu tive na mesma hora um violento orgasmo, só de ver a sua espórra escorrendo do cuzinho dela.
De joelhos sobre a cama, tendo acabado de se tornar a putinha do papai, ela parecia não se conter, passando o dedo no leite que lhe escorria entre as pernas. E acho que meter na buceta da filha devia ser agora o maior desejo do meu irmão. Sorridente e um tanto radiante de ver pela primeira vez o gozo de um homem, ela abraçou o pai e o beijou mais uma vez, pra em seguida vir se aninhar no meu colo toda molinha. E dessa vez, o nosso beijo era de uma luxúria deliciosa, enquanto ela metia a língua na minha boca, a safadinha.
Mas é claro que, por mais paixão que ela de repente parecia demonstrar em me beijar, nada podia me preparar para o que veio a seguir, quando mais tarde ela quis provar do pai a sua espórra, deixando que ele gozasse na sua boca. Eu mal podia acreditar naquilo, olhando a expressão de sonho do meu irmão, enquanto metia nela, e depois vendo seu leite lhe escorrer do canto da boca.
E, suspirando meio ofegante, ela de novo soltava uma risadinha, me sorrindo e vindo me beijar. Dessa vez, fui eu a enfiar a língua na sua boca, querendo participar do gostinho de espórra que exalava, naquele aroma delicioso que me enchia de tesão.
Depois, ainda me sobrou tesão o bastante pra chupar os meus garotos e deixar que eles me fodessem um pouco. Afinal, quase a noite toda eles só tinham ficado chupando o dedo. E a minha sobrinha olhava admirada, ao descobrir que eu também fazia com eles.
Mais tarde então, foi a vez deles terem o seu momento de se divertir com ela. E é claro que não foi nenhuma surpresa que fosse a safadinha que agora parecia ter umas coisinhas pra ensinar aos dois. Enquanto isso, recostado na cabeceira da cama, o pai olhava de pau duro e meio aturdido sua filhinha de quatro na cama, sendo fodida por trás pelo mais velho, e ao mesmo tempo chupando o primo caçula.
— Deixa ela, seu bobo! Lembra da gente nessa idade? — eu tentava trazer-lhe à memória a imagem que os três ali na cama evocavam, das nossas noites insones.
No final, vencidos pelo sono e imersos de gozo e do fragante aroma de sexo, fomos dormir, todos agarrados e meio que uns sobre os outros. Acho que, se continuasse naquele ritmo, logo iríamos precisar de uma cama maior.
Mas isso fica pra próxima. Beijos
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*Publicado por RitaMerchior no site promgastech.ru em 02/04/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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