Clara: Enfim dei o troco em mamãe

  • Temas: traição, padrasto, sexo, vingança, sexo oral, ninfeta
  • Publicado em: 01/04/25
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  • Autoria: PraMarcelo
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Me chamo Clara, tenho 21 anos, 1,70 m de cabelos castanhos, seios pequenos, mas bem saborosos. Minha bunda é bem desenhada e sei que chama atenção dos homens e das mulheres que me veem na rua. Dizem que eu sou muito parecida com minha mãe, uma mulher que hoje, aos 45 anos, ainda é muito desejada. Sou bem safadinha é verdade, sexo para mim não tem muita cerimônia, não preciso estar emocionalmente envolvida para deitar com alguém, só o tesão mesmo. Quase uma piranha, dizem minhas "amigas".


Essa história aconteceu quando minha mãe começou a namorar Marcelo, um cara da idade dela, muito alto, não exatamente lindo, mas muito charmoso, além de um olhar penetrante. E esse olhar tem tudo a ver com o que eu quero contar.


Minha mãe dava aula na Universidade pela manhã, e eu quase sempre acordava sozinha em casa. Por isso saía de meu quarto vestindo qualquer coisa, às vezes, nada. Neste dia vesti uma camisola bem leve, quase transparente, sem calcinha, sutiã, nada por baixo. Só meu foguinho.


Estava eu fazendo um café quando ouço um barulho na sala. Levei um susto, mas logo entendi que era Marcelo, que ela deve ter deixado em casa dormindo. Eles chegaram a altas horas na noite anterior. E ainda treparam, não consegui deixar de ouvir. Mamãe é muito escandalosa.


A gente não tinha muita intimidade, mas claro, ofereci um café, que ele prontamente aceitou. Enquanto eu sentava numa poltrona na sala, ele preferiu o sofá. Ficamos ali uns minutos bebendo o café e conversando bobagens, e claro, não pude deixar de notar seus olhares para o meu corpo quase exposto.


Sentia seu olhar percorrer demoradamente as partes incidentalmente expostas do meu corpo, como se ele tivesse ganho o direito de ver o quanto quisesse. E podia mesmo. Em vez de me sentir constrangida, aqueles olhares me davam até um certa curiosidade. Poderia ir trocar de roupa? Sim, mas resolvi ver até onde aquela situação ia.


Do nada eu perguntei sobre como estava o namoro com minha mãe. Ele me respondeu que estava ótimo, que ela era uma mulher maravilhosa, inteligente e linda. E ele tinha razão.


Marcelo então disse: "Sua mãe me disse que você tem uma namorada". No que eu respondi: "Kel não é bem minha namorada, é mais uma ficante, uma buceta amiga, eu sou bi, e não pretendo me amarrar tão cedo". Nenhuma novidade, afinal, hoje em dia todo mundo da minha geração é bi e livre.


Alguns segundos depois, me perguntou se eu tinha alguma preferência, sobre meninos ou meninas.


"Não muito. Adoro mulheres novinhas e homens mais velhos", respondi.


Ele levou um susto, mas não falou nada. Claro que ele entendeu minha provocação.


Comecei a gostar daquela brincadeira perigosa e disse que "como vocês, adoro chupar uma bucetinha". Ele não sabia onde enfiar a cara de vergonha, e eu me divertindo, já ficando toda excitada. "Você gosta?", eu perguntei, claramente avançando o sinal.


Ele meio sem jeito não conseguiu negar, sinalizando com a cabeça, e mirando meus olhos disse com todas as letras: "Adoro o sabor do gozo de uma mulher".


Sem pensar muito nas consequências, virei em sua direção, descruzei as pernas, levantei levemente a camisola, deixando livre a minha bucetinha raspadinha e já brilhando de úmida. E com uma carinha de puta que eu adoro fazer, levei meu dedo à minha racha, o lambuzando, e o levando em seguida à minha boca...


Por fim, provoquei ao máximo: "Será que essa aqui você toparia chupar??"


Ele já desconfortável no sofá, disse: "Menina, não brinque com fogo".


"E quem é que está brincando aqui, moço?", eu respondi perguntando. Foi a deixa que ele temia, e precisava.


Desceu do sofá e como um cachorrinho veio rastejando até minha poltrona. Chegou perto e começou a cheirar a minha bucetinha, dando leves sopros, que me deixaram toda arrepiada. Não tinha mais volta.


Foi então que ele caiu de boca, começando a lamber e chupar meu grelinho que já estava todo aceso. Tive que me ajeitar na poltrona para receber em melhor ângulo aquela boca se fartando do meu sexo. Logo ele enfiou um dedo e começou a explorar aquele ponto que todo mundo chama de G, a parte interna do clitóris, sem em nenhum momento tirar sua língua da minha bucetinha já toda oferecida para aquele macho que sabia fazer um sexo oral como ninguém. Acabei gozando na sua boca, me derretendo naquela poltrona que me acolhia tremendo de prazer. Ele aproveitou para saborear cada gota do meu orgasmo. Nossa!!!


"Entendeu porque gosto de homens mais velhos? Você sabia fazer uma mulher gozar assim aos 18 anos? Me leva pro meu quarto, eu quero mais."


Ele levantou, tirou a camisa ficando só de calção, me pegou no colo, como se eu fosse uma criança e me levou diretamente para minha cama. Voltou a me chupar e eu já tão sensível, acabei gozando rapidamente.


Fiz ele se levantar e puxei aquele calção, que mal escondia a excitação do meu mais novo objeto de desejo. Era um pau lindo, com uma cabeça bem desenhada, não era muito grosso, mas bem comprido, devia ter uns 18 centímetros.


Comecei a brincar com ele ali mesmo sentada na beira da cama. Enquanto gemia, segurava minha nuca, provocando minha fome e minha sede. Nossos olhares se encontravam e o tesão só aumentava. Mal conseguia engolir todo seu comprimento, precisava treinar mais técnicas de Garganta Profunda.


O que pude enfiar, enfiei na boca, pagando aquele boquete super bem feito, deixando Edu fora de órbita. Passei a língua na glande, bati a língua no cabrestinho do pau, punha toda a cabeçorra na boca e sugava o mais gostoso possível. Eu me fiz de profissional, pelo menos tentei, para agradar meu "padrasto". O homem tremia feito vara verde. Uma delícia eu pude comprovar, minha mãe estava bem servida. E eu pegando carona.


Antes que ele gozasse, o joguei na cama e fui subindo sobre ele. Trocamos nossos primeiros beijos, coisa que parecia proibida até então.


Descendo pelo seu corpo, chupei seu pescoço, mordi seus mamilos, arranhei sua barriga, enquanto encaixava minha buceta naquela tora empinada para cima. Sentei e escorreguei, entrou fácil como um picolé entra na boca de uma criança. Fui às nuvens, um prazer intenso, ser preenchida daquela forma.


Lentamente comecei a rebolar, e acompanhando seus gemidos, fui acelerando, acelerando, até estar numa cavalgada enfurecida. Ele agarrava meus peitos, brincava com meus mamilos, me chamava de puta gostosa, apertava minha bunda de encontro ao seu corpo. E eu estava quase enlouquecida, quando meu terceiro orgasmo chegou. E o dele veio junto, enchendo minha bucetinha com jatos quentes de porra que me fizeram gritar. Foi um orgasmo intenso, difícil lembrar quando tive um outro igual.


Quase desfaleci sobre o seu corpo suado que me agasalhava e me protegia. Ficamos ali alguns minutos sem dizer uma palavra, só pensando na loucura que fizemos, e no prazer que sentimos.


Ele ficou ali, me beijando suavemente, esperando a respiração acalmar e seu pênis amolecer. Eu contraia os músculos da minha buceta, e ele sentindo isso, respondia da mesma forma com seu cacete, como se ambos os órgãos estivessem conversando secretamente.


De repente ele girou nossos corpos, o meu parecia quase uma extensão do seu, e começou a me beijar, por todo o corpo, a minha testa, olhos, nariz, se fixou algum tempo em minha boca, mas não parou por aí.


Foi descendo, até encontrar meus mamilos e começou a brincar. Eu já estava por um fio, qualquer delicadeza me fazia gozar. Deitado ao meu lado levou a mão à minha buceta e ficou brincando com meu grelinho. Chupando o meu mamilo brincando com meu grelinho. Enfiou um, novamente dois dedos e eu entregue àquela incrível sensação. Seus dedos me comiam como um pau, só que mais habilidoso.


Não segurei muito tempo mais um orgasmo delicioso, só então pedi para descansar. Precisava tomar um banho, fui ao banheiro e na volta, lá estava ele ainda estava nu, sentado na cama brincando com seu pau entre os dedos, me mirando novamente daquele jeito penetrante, com uma cara de safado, como se estivesse alcançando minha alma, e assim que me viu parada na porta com ar de surpresa disse: "vem cá, vem, ainda temos tempo..."


Cheguei mais perto dele o suficiente para que ele me pegasse pela nuca passando a me beijar loucamente. Eu já estava vestida, mas ele sabia lidar também com botões e zíper. Foi colocando suas mãos por dentro da minha roupa, alisando minha bunda. Sua língua reconhecia o interior da minha boca, e aos poucos ele foi me despindo novamente. Tirou meus seios para fora, e chupou-os um a um, dando o mesmo tratamento tesudo aos dois.


Eu me sentei no tapete, ficando com o seu cacete à altura de minha boca. Peguei-o com as mãos e passei a minha língua em toda extensão daquela delícia, que ainda tinha meu cheiro. Ele se contorcia de tesão, me dava prazer vê-lo assim. Demorava gentilmente na cabeça do pau dele, e ele delirava com isso. De repente, ele puxou minha cabeça para trás, e fez com que eu deitasse no tapete.


Foi pra cima de mim, me puxou pelas pernas, segurando minhas coxas levantadas, meteu seu pau todo dentro de mim, e foi mexendo num ritmo cada vez maior, até perceber meus gemidos e minha boceta encharcar o cacete dele com meu gozo. Logo depois, ele gozava da mesma maneira intensa, deixando transparecer através dos seus sons, todo tesão que estava sentindo.


É verdade que a gente não poderia demorar mais muito tempo naquela sacanagem, porque mamãe a qualquer hora iria chegar.


"Nossa você é muito gostosa, tem um corpo absurdamente lindo, e te ver assim toda nua e entregue, com esse sorriso maroto, dá mais tesão ainda".


Já recuperando a respiração e a razão, perguntei: "Lindo como o de mamãe"?


Ele ficou todo sem jeito, mas polido respondeu: "Tão lindo quanto, mas diferente, ele ainda está descobrindo sensações, no sexo, cada dia é uma surpresa". E demonstrando alguma emoção, completou: "Por incrível que pareça, você me lembra a Clarinha, minha primeira namorada, ainda adolescente, com quem perdi minha virgindade".


"É melhor a gente se levantar antes que a coroa chegue. Olha só, adorei a nossa trepada, mas vai ser só essa, nunca mais, Foi bom enquanto durou!!!", eu disse com autoridade.


"Por medo da sua mãe?"


"Que nada. Adorei espalhar um par de chifres naquela puta, que no ano passado comeu um namorado meu. Não via a hora".


"Então você só me usou pra se vingar de sua mãe?"


"Sim. Não valeu a pena?"


Nisso ele me botou no colo, me abraçou e me beijou, enfiando aquela língua na minha boca, como se fosse a última coisa que ele faria na vida. Seria a última coisa que ele faria comigo?


No dia seguinte, recebi uma mensagem no WhatsApp dele. "Acho que esqueci um cordão no seu quarto, sua mãe não pode achar."


Procurei em todos os lugares, percebi que o que ele temia aconteceu. Poucos dias depois mamãe terminou o namoro, mas não falou nada comigo, não mudou a forma de me tratar. Foi como se nada tivesse acontecido naquela manhã em que ela correu um risco não calculado. Ela sabia que estava puta, entendeu por que eu agi daquela maneira. Não me perdoou, mas deixou passar batido. Já eu, estava vingada, mas não estava nos meus planos ser o pivô do término daquele namoro.


Cumprir aquela promessa foi impossível. Dormi com o Marcelo algumas vezes, no motel, na sua casa. No dia em que eu liberei o meu cuzinho, ele se declarou apaixonado, e me pediu em namoro. Coisa de gente velha, diria minhas "amigas".


Saí de sua casa sem falar nada e nunca mais o procurei ou atendi suas chamadas ou mensagens. Adoro um pau amigo, ainda mais aquele tão gostoso, mas tudo que eu não queria era um pau amigo apaixonado.


Marcelo nunca acreditou que eu não armei para ela achar o cordão. Mamãe acabou arrumando outro carinha, nem tão interessante, mas esse seria só dela.

*Publicado por PraMarcelo no site promgastech.ru em 01/04/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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