Surpresa dentro de casa
- Temas: Pai, namorada, surpresa, passivo, triângulo
- Publicado em: 25/02/25
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- Autoria: new_lorde
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Essa história começa há muitos anos atrás. Meus pais, Jonas e Magali, se casaram ainda muito jovens, há quem diga até que eram duas crianças, tinham apenas dezesseis anos. Na verdade casaram porque fizeram, o que deveria ser feito, mas sem o devido cuidado e minha mãe acabou engravidando. Meus avós maternos e paternos reuniram os dois “pombinhos” e questionaram se eles se gostavam de verdade, eles disseram que sim, por isso o casamento aconteceu.
Como eles não tinham como se sustentarem, os pais se reuniram, alugaram um pequeno apartamento e passaram a sustentar os dois, com a condição de que os estudos iriam continuar. Cinco meses depois do casamento lá vinha eu ao mundo, o Rafael. Segundo o que fiquei sabendo quando já tinha algum discernimento, o casamento dos meus pais foi bom até ocorrer a fatalidade, três anos depois que nasci minha mãe contraiu uma doença grave e veio a falecer.
Com apenas dezenove anos, meu pai ainda era um crianção e esqueceu que tinha um filho, dedicando pouca ou nenhuma atenção para mim, que passei a ser criado pelos meus avós paternos, já que os maternos tinham se mudado para longe da minha casa. Mesmo com essa alienação dele, quando eu já estava mais crescidinho, ele reivindicou que eu fosse morar com ele e, aos oito anos, ainda uma criança de tudo, era eu quem cuidava da casa, limpava e a mantinha arrumada, uma vez que nada disso ele fazia, o negócio dele era cair na farra, mas pelo menos teve o respeito de não ficar trazendo mulheres para dentro de casa.
Cresci aprendendo a viver sem o seu amor, raras eram as vezes que ele mostrava alguma simpatia por mim, não sei se ele me culpava pela morte da esposa, nunca tocou no assunto. Com a ajuda da minha vó aprendi a cozinhar e lavar, eu era o dono da casa. Cheio de tarefas, aliadas às que eu tinha da escola, pouco tempo me sobrava para divertimento, raras eram as vezes que eu saía com algum amigo. Meninas então, um flerte ou outro, nada além disso, tinha consciência que dificilmente alguma aceitaria meu estilo de vida.
Se por um lado meu pai era ausente, por outro ele provia a casa de tudo o que era necessário, tinha um bom emprego e ganhava bem. Eu era um solitário e pensava comigo: um dia vou casar, terei filhos e não vou ser igual ao meu pai. Aos dezoito anos eu ingressei na faculdade de tecnologia da informação, tinha afinidade com essa área, além de saber que tem um vasto campo de atuação. Trabalhava durante o dia e estudava à noite. Numa das raras vezes que saí, foi para ir na festa de aniversário de um amigo da faculdade e lá conheci a Angélica.
Ela estava sozinha e me parecia um tanto deslocada, assim como eu me sentia. Não tinha habilidades de conquistador, ao contrário do meu pai, pois, nas raras vezes que o vi em festas, ele fazia sucesso com as mulheres, até mesmo porque é um cara bonito, corpo atlético, chama a atenção mesmo, diferente de mim. Num impulso que não sei de onde tirei, ao me aproximar da Angélica eu perguntei:
- Sentindo-se deslocada aqui na festa?
Ela me olhou assustada, sorriu e falou que um pouco, tinha combinado com uma amiga que conhecia o aniversariante e ela acabou não vindo. Nos apresentamos e falei que eu, apesar de conhecer, também não estava muito integrado e assim ficamos os dois conversando o resto da noite.
Ela tinha a mesma idade minha, ruiva de cabelos longos e lisos, olhos castanhos claros, seios miúdos, corpo tipo mignon, bem bonita e um charme que destacava, tinhas algumas sardas no rosto e nos ombros, já que ela usava uma blusa de alcinhas e isso se tornou visível. Trocamos algumas confidências, falei um pouco sobre a relação com meu pai e ela disse:
- Lá em casa não diferente, eu e minha mãe definitivamente não nos entendemos, quanto menos eu fico em casa melhor me sinto.
A festa se aproximava do final e decidi ir embora, ao me despedir ela falou:
- Vou com você, não conheço mais ninguém aqui.
Falei que não tinha carro e ela não se importou, disse que estava acostumada a não ter esse luxo. Como moramos relativamente perto, chamei um Uber e fomos embora. Ao sair do carro ela me beijou no rosto, entregou um pedacinho de papel e disse:
- Meu número, liga para mim.
Uau, pensei comigo, será que ela gostou de mim? Deixei passar dois dias, liguei e marcamos para sair no final de semana. Depois desse vieram outros e mais outros, de fato ela tinha gostado de mim e eu estava completamente encantado por ela. Depois de algumas vezes que saímos ela quis conhecer meu pai e a levei em casa. Como era de se esperar, ele pouco conversou com a gente, tinha compromisso e saiu.
Sozinhos em casa, eu pedi desculpas para a Angélica e ela falou que tudo bem, estava acostumada com a mãe dela, por isso não estranhou, apenas fez um comentário:
- Seu pai até que é bem bonitão hein.
Dei um sorriso amargo, falei que assim ia ficar com ciúmes, mas ela me tranquilizou dizendo que gostava era mesmo de mim. Como era de se esperar, tantas vezes sozinhos em casa, tínhamos a privacidade à nossa disposição e transávamos sem grandes preocupações. A primeira vez que rolou entre nós ela fez questão de dizer:
- Espero que não se importe, mas não sou mais virgem.
Falei que aquilo não tinha a menor importância. A Angélica passou a frequentar cada vez mais a minha casa, me ajudava na faxina, na roupa e até na cozinha. Eu insistia que não era preciso, mas ela fazia questão. Chegava a ficar quatro cinco dias seguidos em casa e meu pai nunca fez comentário algum, exceto um logo no começo:
- Bonitinha essa sua namorada.
Estava sempre procurando trabalhos que me rendesse uns trocados a mais, quanto antes eu saísse da casa do meu pai, melhor seria para mim e a Angélica. Nosso namoro já tinha dois anos e agora ela praticamente morava em casa, pouco ia para a sua, era como se fossemos marido e mulher.
Certo dia cheguei exausto, jantamos, arrumamos a cozinha, tomei banho caí morto na cama. Acordo de madrugada e não vejo a Angélica ao meu lado. Levanto e caminho em direção à sala, de onde vejo um facho suave de luz. Ouço alguns suspiros e caminho lento em direção à luz e ao chegar perto da porta que estava entreaberta, a visão que tenho é estarrecedora, meu pai de pé, pelado e a Angélica de joelhos chupava seu pau. Fiquei paralisado, sem reação alguma, a mulher que eu amava estava mamando no meu pai, que loucura, como isso era possível.
Decidido a não fazer escândalo eu me retirei, voltei para o quarto e quando ela retornou eu fingi estar dormindo. Os dias se passaram e eu esperei que ela me contasse alguma coisa, mas nada, foi uma espera em vão. Apenas notei que meu pai passou a ficar mais em casa. Tornei-me vigilante e numa outra noite, ao sentir que ela se levantou, esperei uns minutos e fui atrás. Desta vez ela estava no quarto do meu pai e a porta semi aberta. Os dois estavam de pé, pelados, se beijavam e meu pai apertava a bundinha da Angélica dizendo:
- Caralho, mas que namorada mais gostosa meu filho foi arranjar.
Aquelas palavras me atingiram como um raio, tive vontade de invadir o quarto e xingar os dois, mas fiquei com medo da reação do meu pai, ele era tão imprevisível, vai que ele ficasse violento, por isso aquietei-me ali e fiquei espiando. As mãos do meu pai percorriam todo o corpo da minha namorada, explorando cada pedacinho, quando ele então abre sua bundinha, desliza um dedo nas suas preguinhas e quis saber:
- Já deu esse cuzinho alguma vez?
- Sim, mas nunca para o seu filho.
- Ele é um frouxo mesmo, eu já teria comido há muito tempo, mas logo vamos dar um jeito nisso.
Ele força minha namorada para baixo e diz:
- Vai cadelinha, mama na minha rola.
Desta vez, antes que ela abocanhasse a pica do meu pai, pude ter uma visão completa da sua envergadura, ela é enorme, muito diferente da minha, pequena perto do que eu acabara de ver. O estranho disso tudo, é que naquele momento eu não sentia raiva deles, muito pelo contrário, passei a ficar excitado, tanto que tirei meu pau para fora da cueca e comecei a bater punheta.
A Angélica segurou aquela tora com as duas mãos, olhou com paixão para ela e falou:
- Quanta diferença do seu filho, a dele é miúda perto da sua.
- Por isso que a putinha está apaixonada por mim?
- Como não ficar, com essa gostosura qualquer mulher abre as pernas.
Meu Deus, a Angélica está apaixonada pelo meu pai e eu, como fico nessa história? Ela então passou a chupar aquela pica cheia de veias saltadas, engolia até engasgar e a baba escorria pelo seu queixo, respingando nos seus seios.
Meu pai tirou o pau de dentro da boca da minha namorada e começou a bater com ele na cara dela dizendo:
- Gosta de uma surra de pica né putinha.
- Adoro Jonas, fazia tempo que não sentia uma igual a sua, quero gozar.
Ele solta o pau e desfere um tapa na cara da Angélica dizendo:
- Puta minha tem que pedir direito.
- Estou melada Jonas, fode logo minha buceta.
Ele dá um sorriso safado e diz:
- Assim que eu gosto, uma vagabunda obediente.
Eu que sempre a tratei como uma princesa, com muita delicadeza e agora ouvia isso, ser tratada como uma meretriz e ela sentindo prazer, que loucura. Mas minha maior surpresa ela comigo mesmo, cada vez mais eu me sentia excitado com tudo isso. Meu pai faz com que ela apoie os braços na cama, afasta suas pernas, esfrega sua piroca na racha da minha namorada que empina a bunda e pede:
- Agora Jonas me fode gostoso, soca fundo na minha buceta.
Num só golpe meu pai atende aos apelos da Angélica e mete com força, fazendo com que seu corpo sinta o solavanco da ação. Ele a segura pela cintura e começa a golpear com força, era audível o som do sexo do meu pai deslizando pela xana melada da minha namorada. Eu via aquela tora entrando e saindo da Angélica que urrava de prazer:
- Caralho que coisa boa, isso sim que é uma foda de verdade, o Rafael só faz cócegas na minha buceta.
Os dois traidores não faziam a menor ideia de que eu ouvia e via tudo e quando minha namorada começa a gozar, soltando gemidos e sussurros de prazer, eu também gozo, melando minha mão e o chão do corredor.
Impiedoso meu pai continuou socando e quando anunciou que ia gozar ele pediu:
- Fica de joelhos e abre a boca putinha.
Mais que depressa minha namorada obedece e jatos de porra invadem sua boca e melam seu rosto. Ela permanece sugando até que nada mias restasse para ser sorvido. Com receio de ser descoberto ali na minha tocaia, eu tiro a cueca, limpo o chão e corro de volta para o meu quarto. Olho no relógio e vejo que marcava duas horas da madrugada. Deito debaixo do lençol pelado mesmo, mas meu pau doía de tão duro que ainda permanecia.
Pouco depois a Angélica entra no quarto e desta vez não finjo estar dormindo. Um pouco assustada ela vê e pergunta com a voz trêmula:
- Acordado amor.
- Sim e pelo jeito você também.
- Está muito calor, acordei com sede e fui tomar água.
- Faz mais de uma hora que você saiu do quarto, quanta sede hein.
Notei que ela estremeceu, quis desmentir:
- Não faz tudo isso, é que fiquei um pouco lá na sala também.
Puxei-a contra mim, beijei sua boca, cheirei seu rosto e perguntei:
- Não é cheiro do seu perfume, do que é então e sua boca tem outro sabor também.
Ela tentou desconversar, mas eu revelei:
- Não seja vadia Angélica, eu vi você com meu pai.
Contei em detalhes tudo o que tinha presenciado e ela não teve como negar:
- Tudo bem, já que viu então, porque não entrou no quarto e acabou com tudo.
Desta vez fui eu que fiquei sem resposta e ela percebeu. Levou a mão no meu pau que latejava de duro e mais experiente do que eu imaginava que fosse foi logo dizendo:
- Não entrou porque gostou do que viu né seu corno.
Não tinha me dado conta desse fato, isso mesmo, eu era corno do meu próprio pai. Tentei falar alguma coisa, mas gaguejei e as palavras não me saíam. Ela se sentiu dona da situação, segurou meu pau e disse:
- Você acha que consegue competir com seu pai com isso aqui? Isso é uma piroquinha perto do que ele tem no meio das pernas.
- Poxa amor, também não precisa falar assim.
- Assim como, está chateado por eu falar a verdade?
- Eu vi que não tenho como competir com ele, mas...
- Mas o que Rafael, olha aqui, eu gosto de verdade de você, mas andava insatisfeita no sexo e quando um dia vi sem querer o tamanho da ferramenta do seu pai, eu pirei e não consegui parar de pensar nela, até dar para ele.
Eu estava atônito, então fora a minha própria namorada que provocou a situação:
- Amor, você assediou meu pai?
- Claro, eu já não dormia mais direito em pensar naquela belezura que ele tem entre as pernas.
Notando meu pau não amolecia, ela continuou a me humilhar:
- Pelo jeito que sua piroquinha continua dura, aposto que gostou de ver tudo não foi?
Mais uma vez eu gaguejei e ela sentenciou:
- Para de sofrer e aceita, vou ser a mulher mais feliz do mundo, junto do homem que amo, isso mesmo Rafael, eu amo você de verdade, e junto do macho que vai me dar prazer, seu pai.
- Não vou suportar essa situação meu amor.
- Claro que vai, está aceitando de boa, se não fosse assim já teria armado o escarcéu e fodido com tudo, mas não, está aqui de pica dura querendo meter na sua putinha, fala que é mentira?
Desisti de qualquer argumentação, pois era isso mesmo que eu estava querendo, meter na minha namorada adúltera e gozar como um perfeito corno manso que havia me tornado. Deitei entre suas pernas e comecei a chupar sua buceta que acabara de ser arrombada pelo meu pai e senti o gosto recente de sexo, era como estar chupando o pau do meu pai por tabela e gostei. Trepei nela, meti com gosto e em poucos movimentos gozei como nunca havia gozado antes. Quando meu pau ficou mole ela falou:
- Você só acendeu meu tesão de novo, preciso voltar no quarto do seu pai, se quiser pode ir lá ver, deixo a porta um pouco aberta.
Sem esperar qualquer reação minha, ela saiu. Esperei uns instantes e fui atrás, cheguei a tempo de ouvi-la dizendo:
- Seu filho já sabe de tudo, ele nos viu transando.
Meu pai deu um sorriso sarcástico e disse:
- Então se você está aqui é porque mostrou a ele seu devido lugar.
- Isso mesmo e por enquanto o lugar dele é ficar ali atrás da porta no vendo escondido, até o dia em vamos deixa-lo entrar no quarto.
- Sempre soube que o Rafael era frouxo mesmo.
Minha namorada beija meu pai na boca e fala:
- Agora mostra a ele como se come um cu de verdade.
Sem cerimônia alguma ela fica de quatro na cama, olha em direção à porta e fala para o meu pai:
- Vem Jonas, arregaça meu cu que eu adoro dar a bunda.
Meu pai lambeu, beijou e cuspiu muito naquele cuzinho que eu imaginava virgem, até encostar a cabeçorra do seu pau e forçar a entrada. A Angélica gemia, rebolava a bunda gemendo e pedindo:
- Assim mesmo macho tesudo, mostra para o meu namorado como se arregaça as pregas de um cuzinho guloso.
Ele foi metendo até nada mais restar para fora. Quando ela se sentiu confortável com o invasor, eles começaram um vai e vem alucinado, até que ela gozou nos próprios dedos e meu pai encheu seu rabo de porra. Saciados eles ficaram deitados até que a minha namorada falou para eu ouvir:
- Essa noite vou dormir aqui e você pode voltar para o nosso quarto.
Conformado com a minha condição, caminhei calado, deitei e dormi. A partir desse dia a Angélica passou a ser a mulher de nós dois. Notei uma brusca mudança de comportamento do meu pai, se tornou mais presente, mais atencioso, mas nuca trocamos uma palavra sequer sobre a Angélica, aceitei passivamente aquele triângulo amoroso. Até quando vai durar? Isso só o tempo dirá, mas o fato é que nós três estamos felizes com essa situação.
*Publicado por new_lorde no site promgastech.ru em 25/02/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.