Um pau amigo

  • Temas: gay, banheirao, amigos
  • Publicado em: 25/02/25
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  • Autoria: sexappeal
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Fazia tempo que eu não via o Pedro. Anos, para falar a verdade; desde que fui embora da cidade. Éramos muito grudados nos tempos de escola. Depois da formatura, cada um foi para um lado diferente. Ele passou na faculdade, eu fui embora da nossa cidade em busca de melhor trabalho. Cinco anos depois, nos veríamos novamente, numa festa de reunião de alunos da nossa antiga escola.

Eu esperava vê-lo apenas no local da festa, mas como são as coisas: depois que desci da rodoviária, vi um vulto ruivo passar ao meu lado. Aquele cabelo esvoaçante, aquele corpo pequeno (media uns 1, 65) e largo, aquele mesmo perfume. Era o Pedro! O cara passou e nem me viu! Segui seu corpo com meu olhar; ele não mudara em nada, já conseguia até imaginar sua voz meio fina e calma, triste, mas alegre ao me ver. Vi que ele entrava no banheiro e fui até lá. Assusto ele como nos bons tempos, pensei.

Ao entrar no banheiro, me deparei com uma cena estranha: Pedro parecia segurar o pau de um outro cara, meio de lado, disfarçado. Só havia eu e os dois lá, e ele rapidamente soltou o pau do cara. Fingiram que nada aconteceu, e eu fiz o mesmo. Pedro, viado? Não, não tinha como... Ele era meio doce com as pessoas, gentil, mas sempre foi macho, igual eu, igual todo moleque da turma. Lembro quando ele comeu a Marcinha. Na verdade, lembro que ele me disse que comeu... Não. Eu saberia; eu era seu melhor amigo, ele me contaria. Ou será que não, por medo do que eu pensaria? Enfim, aquilo tudo passava em minha mente enquanto eu caminhava mecanicamente até o mictório. Fiquei a um mictório de distancia dele. O cara do lado saiu, deixando apenas nós dois.

Bom, pensei, aquilo foi ilusão minha, só. Agora ele vai me reconhecer, vai me abraçar e vamos rir dos velhos tempos, meu mano Pedro. Ao canto do olho, vi que ele reparava em mim. Eu havia mudado tanto assim para que ele não me reconhecesse? Dei uma olhada para ele também, seguida de um leve sorriso. Então vejo que ele se aproxima, ficando no mictório do lado. Olha constantemente meu rosto e em seguida a porta. Decido encará-lo e nossos olhares se prendem um ao outro. Eu queria dizer algo, mas no momento em que abri minha boca, o máximo que soltei foi um gemido: a mão do Pedro segurava meu pau e o acariciava. Ele foi se endurecendo na medida em que era afagado por aquela mão tão macia.

Então ele era gay, realmente. E não me reconheceu, ainda por cima! E o mais surpreendente era meu tesão. Não conseguia tirar os olhos dele. Eu precisava urgentemente de mais do que suas mãos no meu pau: queria ele todo. Foi então que vi que sinalizava para as cabines. Entramos em uma.

Tentei falar seu nome, mas antes que conseguisse, ele me beijou. Nossas línguas iam de um lado para o outro, se encontrando e se acariciando. Ele começou a bater uma pra mim durante o beijo e eu perdi a linha. Apertei sua bunda o máximo que pude o empurrei contra uma das paredes da cabine. Ele era baixinho, então levantei seu corpo segurando pela bunda, para nossos paus se tocassem. Tudo passava pela minha mente: as brincadeiras de lutinha entre a gente, em que um terminava em cima do outro; as vezes em que víamos pornô escondido e batíamos punheta um do lado do outro; tudo fazia sentido agora. Eu nunca havia ficado com um homem em toda a minha vida. Não conseguia entender como tudo aconteceu, mas sentia uma vontade extrema de sentir... De sentir ele!

Senti que seu cu piscava, e o virei de costas. Lamber aquilo era como lamber um doce pela primeira vez. Segurei sua coxa com uma mão, pressionando contra mim, e com a outra mão, estimulava o seu pau, enquanto, agachado, lambia seu cu. Ele piscava muito, e senti que era esse o momento.

Pincelei apenas a cabeça do meu pinto. Esperei que seu cu ficasse excitado. Pedro olhou para mim, de lado. Olhos nos olhos, comecei a fudê-lo.

Que sensação maravilhosa. Era um cu apertado, mas que se ajustava ao meu pau, como que se engolisse ele e depois o soltasse. Segurei ele pela cintura e meti mais forte. De vez em quando ele me olhava, com uma cara de quem sente dor, mas gosta. Era isso que eu mais gostava; de ver sua cara. Pedro, tão lindo e tão gostoso, me dando. Encostei minha cabeça perto da sua, para que ele ouvisse minha respiração e eu ouvisse seus gemidos. Eu não ia aguentar por muito tempo. Fiz menção de tirar, mas ele segurou minhas mãos e as colocou sobre seu peito. Estávamos grudados um no outro, gemendo de prazer e foda-se se alguém ouvisse. Era como nossas aventuras.

Sussurrei em seu ouvido: "Pedro... Pedro... Pedro..."

E gozei. Como nunca gozei antes. Senti que as pernas dele tremiam enquanto minha porra descia. Lambi suas pernas, o beijei na boca e desci até seu pau. Chupei violentamente. Eu queria seu leite. O pau foi se engrossando em minha boca, chegando a alargar minha garganta. Doía. Sentia que ia vomitar. Mas era tão bom ter aquele membro duro e grosso, que a dor virava prazer.

"Leo".

Ele disse em alto e bom som. Não pude me conter, e chupei com mais afinco, e puxava suas bolas, o tesão aumentando a cada vez que ele dizia meu nome.

Leo... Leo... Leo... Ah, Leo!

De repente, ele pressionou minha cabeça em seu pau. Engasguei com toda a porra que jorrava em minha garganta. Era boa, era suculenta, espessa. Era o máximo. Como eu amava tudo aquilo sem saber. Continuei chupando sua rola até a última gota de leite. Nos beijamos novamente. Ele lambia os pingos de porra em minha barba. Nossos paus se beijavam, babados, lá embaixo.

Foi mágico.

A festa deve ter sido boa. Não fomos. Aumentei minha estadia na cidade para mais dois dias. Dois dias relembrando os bons momentos enquanto nos fudíamos. Foi tudo muito bom.

*Publicado por sexappeal no site promgastech.ru em 25/02/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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