Fui dormir no trabalho e acabei dormindo com minha chefe
Conto erótico de lésbicas
- Temas: Submissão, No trabalho
- Publicado em: 24/04/23
- Leituras: 3115
- Autoria: Mikaela
- ver comentários
Era só mais uma quarta-feira exaustiva de trabalho naquele escritório. Eu analisava arquivos, ligava para clientes, montava estratégias de defesa, tudo ao mesmo tempo. Um inferno! Porém, infelizmente, era o normal. Minha chefe Rachel me entupia de trabalho sempre que podia.
- Eu preciso que você termine isso pra amanhã cedo e deixe na minha sala!
- Mas Rachel, eu acho que não vai dar tempo! Eu moro muito longe...
- Você é paga para trabalhar, não para ir pra casa! Na minha sala amanhã às oito, sem desculpas!
Morta de raiva, lá fui eu fazer aquilo que ela me ordenara. Quando me toquei, era quase nove da noite e eu não me via nem perto de terminar a demanda. Me veio um desespero pois realmente eu morava muito longe e até eu chegar no terminal, o último ônibus já teria saído. Pedir um taxi ou motorista de aplicativo seria infinitamente caro. Já estava convencida de que iria dormir no escritório para poder finalizar aquilo no meio da madrugada. Parece loucura, mas havia pessoas em outros departamentos que faziam isso, e eu sentia que seria a minha vez.
Já perto das dez, Rachel entrou na sala onde eu estava
- Por que você ainda não foi embora, Mikaela? – Ela usava sempre aquele tom de desprezo.
- Eu ainda tenho muita coisa pra fazer. Acho que vou ficar aqui por hoje. – Eu respondi com a voz cansada.
Raquel veio até a mesa, apoiando as duas mãos, mordeu os lábios e chegando perto de mim, disse:
- Você está péssima! Deveria aprender a ser menos lenta! Não vou permitir que uma subordinada minha durma em escritório! – Eu fiquei sem entender, até que ela disse – Vamos! Você vem comigo! – Nesse momento ela me olhou no olhos, depois senti eles descerem pelo meu cabelo, pescoço, e pelo mini decote da minha blusa.
Eu seria inocente em achar que ela faria aquilo por pena. Para você, caro leitor, entender melhor o que se passava entre Rachel e eu, recomendo que leia o conto “Chupei minha chefe para não perder o emprego”. Eu logo imaginei Rachel usaria aquela “gentileza” de alguma forma contra mim, pois em sua última fala, seus olhos pareciam sugestivos.
Eu prontamente peguei minhas coisas e descemos pelo elevador. Rachel não me dirigia muito a palavra a não ser para me dar esporros e me escravizar no trabalho. Dessa forma, enquanto descíamos eu pude pensar “Realmente falaram que ela costuma ficar em hotéis aqui por perto. Ela deve ter muito dinheiro para fazer isso toda semana...” Caminhamos por duas quadras e então entramos em um mega prédio, bem bonito. Entramos e Rachel apenas disse “ela vai ficar comigo” para uma das funcionárias da recepção e fomos direto para outro elevador.
Chegando no quarto, eu percebi que era um lugar bem agradável e bonito, com apenas uma cama queen, uma mesa e um banheiro. Rachel largou as coisas num canto e me prontamente me mandou tomar um banho. Entrei no banheiro, tirei minha roupa, e fui para o box, liguei aquela água quente e deixei cair sobre meu corpo, tentando relaxar.
Em meio aquele banho, eu vi a porta do banheiro abrir e Rachel entrar, completamente nua. Ela me fitava com os olhos enquanto entrava no box. Minha respiração ficou ofegante só em ver aquela mulher nua. Raquel tinha seios lindos e grandes, uma cintura fina e um corpo de dar inveja em qualquer mulher. Ela então se encostou na parede e esfregou a buceta com a mão direita. Entrando naquele jogo, submissa, eu sussurrei:
- O que quer que eu faça?
Ela fez um sinalzinho com o dedo perto da buceta, me chamando. Eu ajoelhei e fui colocando minha boca no meio das pernas dela. Comecei a chupar aquela buceta com gosto. Minha língua saboreava cada pedacinho dela. Eu lambia, sugava enquanto Rachel me olhava com um sorriso maldoso. O que Rachel não esperava é que eu sabia muito bem o que eu estava fazendo. Eu a chupei cada vez mais forte, deixando bem molhadinha. Abusei de seu clitóris até que Rachel não aguentou. Me segurando pelos cabelos ela gozou na minha boca, com as pernas tremendo. Eu sorri maliciosamente com a buceta dela na minha boca. Amei ver aquela mulher tendo um orgasmo enquanto eu a devorava.
Segundos depois, Rachel me olhava com uma expressão raivosa. Me puxou para cima pelos cabelos e disse ferozmente:
- Eu não mandei você me fazer gozar, sua vadia! – Eu urrei de dor, mas ela me puxou para fora do banheiro e me jogou na cama. Eu me amedrontei e ela subiu vindo para cima de mim. Sua mão esquerda segurou meu pescoço e a direita encontrou minha buceta toda melada. Rachel começou a me masturbar com velocidade, me olhando com raiva. Eu já gemia bastante quando ela enfiou dois dedos dentro de mim e me comeu com aquela mão veloz e ágil. Quando ela me viu já alucinada, interrompeu aquela siririca para não me deixar gozar.
Me virou de bruços naquela cama e me ordenou “empina essa bunda pra mim!”. Eu a obedeci e me empinei para ela. Novamente seus dedos penetraram minha buceta, me levando a loucura. Mas Rachel queria ser perversa. Mais uma vez ela parou aquilo e beijou meu bumbum levemente. Foi passando a boca e eu me abrindo cada vez mais, até que senti ela dar uma linguadinha no meu cuzinho. Eu gemi e rebolei na cara dela. Rachel começou a lamber meu buraquinho deliciosamente e logo sua mão voltou a me masturbar. Era tão gostoso que eu gemia já sem me importar se ouviriam no quarto ao lado.
Quando eu já estava perto de gozar, Raquel me virou de pernas abertas na cama, e foi beijando minhas pernas. Eu me contorcia! Eu queria gozar, mas ela não deixava. Vendo minha excitação Rachel assoprou minha buceta, beijou em volta e eu me revirava esperando sua boca me tocar. Até que sua língua lambeu toda a extensão da minha xereca! Raquel começou a me chupar com aquela boca maravilhosa. Eu esfregava minha buceta na cara dela e ela se deliciava com meu líquido de prazer. Depois de pouco tempo ela subiu me olhando e perguntou:
- Você quer gozar, Mikaela?
Com os olhos emaranhados eu sacudi a cabeça positivamente, mas Rachel devolveu:
- Então vai ter que implorar!
- Por favor, me deixa gozar... Por favor... – Eu me desesperava
- Mais! – Rachel maldosamente acariciava minha buceta enquanto me torturava.
- Eu não aguento mais, Rachel! Me faz gozar! Me faz gozar! Aaaahnn! Por favor!
Ela voltou a me masturbar, esfregando seus dedos no meu clitóris. Juro que em menos de dez segundo meu corpo estremeceu e aquele orgasmo me atingiu de forma deliciosa. Eu gemia, quase gritando naquele quarto de hotel. Rachel me tocava e me proporcionava um ápice maravilhoso. Foi tão intenso que quando estava no fim, meu corpo estava entorpecido sobre aquela cama. Meus olhos reviravam, embaçando a minha visão. Mas eu pude perceber quando Raquel lambeu os próprios dedos, orgulhosa de ter me deixado daquela forma.
Ela se levantou, e caminhou em direção ao banheiro. Eu estava fraca demais para me mover. Depois de um dia com mais de doze horas de trabalho e um orgasmo daquele, eu estava exausta. Acabei adormecendo antes que Raquel voltasse.
Pela manhã, quando acordei, Raquel não estava. Somente quando olhei a hora, percebi que ela já teria saído para o escritório, me largando naquele quarto. Atrasada, eu levantei desesperada para me vestir. Corri pelas ruas para chegar ao escritório e fui direto até sala dela.
- Você está atrasada!
- Mas, Rachel... Nós...
- Chegar na hora certa no trabalho é um problema seu, não meu!
Eu engoli seco qualquer coisa que poderia pensar em dizer.
- Você tem uma reunião daqui a quinze minutos. Ajeite-se!
- Sim, senhora! – eu respondi
Após a reunião, quando o cliente saiu da sala, Rachel entrou. Pegou um papel, uma caneta e escreveu um valor em dinheiro. Deslizou o papel na minha direção e me olhou:
- O que é isso? – perguntei.
- É metade da diária do hotel. Sua parte. Você pode me pagar ou eu posso mandar tirarem do seu salário. Você escolhe...
- Mas... – Eu não sabia nem que dizer, eu não tinha como pagar aquilo. Era mais da metade do que eu ganhava.
- Se não vai me pagar em dinheiro, vai precisar me pagar de outra forma!
Raquel me deu um olhar insinuante, se virou e saiu da sala de reuniões. Ela sabia exatamente como me ter em suas mãos. Não adiantava o que eu fizesse, ela estaria sempre um passo à frente.
Ela não me cobrou o trabalho que eu não havia terminado no dia anterior, assim como eu nunca encontrei o erro que cometi para ela me fazer de escrava sexual pela primeira vez. Eu começava a pensar se tudo aqui já não fazia parte de um jogo perverso de dominação que estava apenas começando.