Meu primeiro trisal

  • Conto erótico de grupal

  • Temas: sexo a três, casal liberal, anal, homossexualidade, marido mulher marido
  • Publicado em: 05/02/23
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  • Autoria: jornalista
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Já chegando aos 38 anos e separado do segundo casamento, primeiramente voltei “pra casa da mamãe” (ahahahahahah). Depois, aluguei uma quitinete e passei a morar só. E a comer fora, pois, apesar de saber cozinhar o básico, para mim era mais cômodo. O café era na padaria da esquina, o almoço, em um self-service próximo, no mesmo bairro em que eu morava, e o jantar era sempre em um aprazível e aconchegante restaurante, em outro bairro, onde sempre tinha um pianista ou um violonista, tornando o ambiente muito agradável.


Um dia ou, uma noite, um dos garçons me entregou um bilhete escrito em um lenço de papel: “Gostaríamos que você viesse ter conosco, se não for incômodo”, dizia. Levantei a vista, olhei em volta, em vi um casal sorrindo para mim. Sorri para eles e me dirigi até a mesa em que estavam. No caminho, avisei ao garçom que havia trocado de mesa.


Cumprimentei o casal, cuja mulher fez questão de me beijar no rosto. O homem era um tipo bonito, sarado, um rosto bronzeado e um belo sorriso. A mulher, também bronzeada, era ruiva, um sorriso largo, também muito bonita e uma voz agradável, suave, calma.


Me apresentei, eles se apresentaram, Cléber, 36 anos, e Iolanda, 28. Ele disse que há cerca de três meses também jantavam no mesmo restaurante e durante todo esse tempo observavam meus gestos e meu jeito. “Sempre muito educado com todos, sempre fazendo afagos nos conhecidos que encontrava, sempre com um cumprimento alegre e sempre tratando com muita amabilidade os garçons”, descreveu o homem, me deixando encabulado.


A mulher tomou a palavra e começou pedindo “mil perdões”. Não entendi de imediato, mas ela explicou o motivo: “Perguntamos seu nome a um conhecido comum – nunca me disseram quem – e stalkeamos você nas redes sociais. Vimos que você é uma pessoa absolutamente discreta, de confiança e está solteiro. Por isso, queremos te fazer uma proposta”.


Não falei nada. Interessado, me limitei a ouvir e Cléber falou de novo: “Temos 14 anos de relacionamento conjugal. Quatro deles de namoro e noivado e dez de casamento. Nos conhecemos quando Iolanda tinha 14 anos. Decidimos não ter filhos e agora constatamos que a nossa união está caindo na monotonia, ficando sem graça, e após conversarmos muito, lermos muitas reportagens e trocarmos ideias com outros casais, decidimos acrescentar um tempero forte no nosso casamento”, disse ele sem fazer pausa, um tanto tenso.


Logo imaginei que estavam a fim de um ménage, um sexo a três ou coisa semelhante. Os pedidos chegaram, começamos a comer e a conversa continuou, com Cléber já mais calmo. Mas quem voltou a tocar no assunto foi Iolanda: “Sabe, passamos a procurar uma terceira pessoa, homem ou mulher, e, devido à sua presença constante por aqui e pelo seu jeito, me senti atraída por ti e falei para o Cléber, que também simpatizou bastante com você. E o que queremos te propor é mais que um encontro: Você quer formar conosco um trisal?”, perguntou, de chofre.


Eu nunca, nem em sonho, havia pensado nisso, apesar de nada ter contra, e fiquei de avaliar e responder, explicando que seria uma coisa nova para os três, para eles e para mim. Ambos concordaram que seria mesmo uma experiência, para eles, inusitada e concordaram em aguardar uma resposta minha.


Em casa pensei: vou ter um bom lugar para morar, embora me sinta bem confortável onde estou, vou ter um casal amigo sempre no meu entorno e, o melhor, uma boa boceta todos os dias. Vou topar, vamos ver no que dá!


Na noite seguinte, os encontrei no restaurante. Ambos estavam ansiosos pela resposta, dava para perceber nos semblantes. Não fiz suspense. Os cumprimentei, sentei à mesa e disse: “Bem, vamos partir para essa nova experiência, aos poucos vamos nos conhecendo”. Eufóricos, eles bateram palmas. Clientes de outras meses se voltaram para a nossa. Cléber levantou e, em voz alta, pediu desculpas a todos fazendo um aceno.


Para eles e para mim foi motivo de comemoração. Pedimos um bom vinho e ficamos ali bem além do fim do jantar. No dia seguinte, peguei apenas as minhas roupas e documentos em uma grande mala, e meu notebook. Os demais utensílios, como geladeira, fogão, guarda-roupa, cama e colchão, televisor, escrivaninha, cadeira giratória, mesas e cadeiras de cozinha, tudo novo, dei ao dono da quitinete, junto com o pagamento do último aluguel.


Ao chegar à casa de Cléber e Iolanda, ela me abraçou, me dando um beijo na boca, que retribuí, chupando sua língua. Cléber também me abraçou e disse: “Bem, agora somos dois maridos e uma esposa. Nossa lua de mel começa hoje [um domingo] e termina daqui a uma semana. Tiraremos folga do trabalho. Você concorda?”, indagou, dirigindo-se a mim, que concordei.


Eles me acomodaram na própria suíte do casal, agora do trisal, um compartimento muito amplo, onde me destinaram uma parte com móveis de escritório, em que eu poderia trabalhar.


Após me acomodarem, fomos à piscina da casa, onde ficamos todos nus, já que os altos muros nos garantiam privacidade total. E foi ali que começou lua de mel. Os três pulamos na piscina, nos refrescamos, brincamos e, em dado momento, Iolanda veio para o meu lado, me abraçou de frente, esfregando uma enorme boceta em mim. Meu pau, que já estava meia bomba, levantou imediatamente. Afinal, fazia umas duas semanas que eu não via uma boceta.


Nossas bocas se colaram e nossas mãos procuraram nossos corpos, bundas, seios, pau, boceta, rostos, peitos, grelo, ânus, tudo foi explorado. Com os corpos flutuando, Iolanda enlaçou a minha cintura com as pernas e o meu cacete entrou naquela xana carnuda, quente, apesar de estarmos na água fria.


Nossas línguas seguiram se enroscando, enquanto fodíamos, nem vai e vem cadenciado, gostoso e até mesmo romântico. Não demorou muito, Iolanda teve o primeiro orgasmo comigo, descolou a boca da minha e soltou um gemido, alto e longo, e soltou as pernas da minha cintura. Cléber, que estava perto de nós, também de pau duro, puxou a mulher para si, a levou para a margem da piscina, a colocou de costas, e a penetrou fundo, passando a foder a mulher, também cadenciadamente, até que ela gozasse pela segunda vez na piscina.


Saímos da água e fomos para a suíte, ali chupei a boceta de Iolanda, enquanto ela sugava o pau do primeiro marido. Chupava como se não houvesse amanhã, mamava, lambia, mordia, engolia e tirava da boca, mamava de novo. Segurava com as duas mãos, admirava, beijava e mamava de novo.


De repente, quando me concentrei no grelão de Iolanda, ela gozou pela terceira vez. Um orgasmo forte, um gemido alto, o corpo estremecendo. Cléber não lhe deu trégua. A deitou sobre o peito dele e começou a fodê-la. Ainda de pau duro, deitei por cima dos dois e coloquei a rola no cu de Iolanda, mesmo sem saber de ela praticava anal.


Iolanda se assustou repentinamente, mas Cléber a abraçou forte e eu entendi que ela estava acostumada ao anal. Naquele instante, ela estava vivenciando sua primeira dupla penetração. Em poucos minutos, os três gozamos, ao mesmo tempo, como se tivéssemos combinado. A nossa mulher teve seu duplo e quarto orgasmo. Gozou pela boceta e pelo cu, simultaneamente. Foi uma carga orgástica e elétrica muito forte. Iolanda deu um gemido longo, seguido de um grito, e caiu para o lado semidesmaiada. Todos caímos no sono, exaustos.


Por volta de 11 horas, despertamos, estávamos abraçados, Iolanda entre nós, de frente para mim. Nos beijamos, meu pau ficou em riste de novo. Ela virou o pescoço e beijou Cléber. O marido número um, também já com o membro rijo, a deitou por cima dele e começou o fodê-la. Novamente me coloquei acima dos dois e também enfiei meu pau na boceta de Iolanda.


A nossa esposa experimentou sua segunda DP, agora com duas picas na boceta, novamente Iolanda e Cléber se surpreenderam e ela, com a voz entrecortada pelo tesão disse: “Nooooossa, que delicioso isso. Você veio mesmo trazer mudanças”. E, após vários minutos com duas rolas dentro dela, gozou. Em seguida, também tive outro orgasmo, este bem forte, jorrando muita porra. Me retirei de dentro da nossa mulher, que, em minutos, gozou de novo, agora só com o pau de Cléber, que gozou também.


Refeitos, fomos os três para o banheiro, onde Iolanda nos beijava e se esfregava em nós, alternadamente, gemendo de tesão. Depois, se ajoelhou e chupou nossas picas, alternando. Cléber foi o primeiro a gozar e Iolanda engoliu todo o esperma do primeiro marido; depois, engoliu a minha porra também quando gozei naquela boca maravilhosa.


Após o banho, nos vestimos e fomos almoçar em um restaurante diferente do que frequentávamos. Saímos do carro abraçados, os três, com Iolanda no meio, ora beijando a boca de Cléber, ora beijando a minha, o que chamou atenção de várias pessoas que passavam na rua ou chegavam ao restaurante. Almoçamos, bebemos bastante vinho e retornamos para uma tarde de sono profundo, os três.


À noite decidimos não sair, a seis mãos preparamos lanches e comemos em casa mesmo. Assistimos filmes, batemos papo, falamos sobre nossos trabalhos. Ele era engenheiro e ela arquiteta. Tinham uma construtora de médio porte, o que lhes garantia uma vida financeiramente folgada. Eu era, e ainda sou, consultor de Comunicação Social.


Depois, das 23 horas, formos dormir, os três em uma grande cama. Iolanda e Cléber foderam ainda duas vezes, enquanto eu mexia no note. Depois, ambos foram ao banheiro e Iolanda, ao sair, me procurou. Fodemos bastante também, enquanto Cléber caiu no sono. Gozei e fiz Iolanda gozar. Não tirei a rola da boceta dele, a coloquei por cima de mim, passamos a namorar, com beijos, sussurros, amassos e fodendo de novo bem lentamente... Dormimos assim!


A semana da lua de mel passou rapidamente, os sete dias foram iguais ou melhores que o primeiro. Mas não só o sexo nos unia, também tínhamos os mesmos gostos musicais, gostávamos dos mesmos filmes, tínhamos as mesmas ideias avançadas sobre a vida. Conversávamos muito, muito mesmo e quase todas as noites, pelos menos cinco ou seis dias na semana, fazíamos sexo a três.


Eu passei, verdadeiramente, a amar Iolanda, aquela mulher, além de bonita e gostosa, carinhosa, inteligente e muito culta. Isso me prendia muito a ela. E sabia que era correspondido da mesma forma por ela, que também era apaixonada por Cléber.


Um dia, uns quatro meses depois, estávamos na cozinha, tomando um cafezinho quente, e Iolanda disse que tinha uma coisa muito importante para me falar. Fiquei entre curioso e apreensivo ao mesmo tempo.


“Será que acabou?”, pensei. Iolanda interrompeu meu pensamento e disse: “Você mudou radicalmente a nossa relação íntima. Hoje, eu e Cléber, não somos mais os mesmos e, por isso, amamos você. E sei que você nos ama como família. Não nos deixe”, pediu.


Ela acabou de falar e eu, imediatamente, dei a volta na mesa, e a abracei com força, com afeto, com amor mesmo: “Não, Iolanda, não vou deixá-los. Sou muito feliz aqui, muito mais que nos meus dois casamentos anteriores. Eu também amo vocês”. E lhe beijei a boca sofregamente, ambos abraçados por Cléber.


Mais dois meses se passaram e, uma noite, após termos dormido cansados dos afazeres diários, lá pelas 3 horas da madrugada, senti uma boca chupando a minha pica. Chupava muito suavemente, com carinho e, ao mesmo tempo, com gula. Aquilo era muito gostoso, mesmo em meio ao torpor do sono.


Mas, quando abri os olhos, quem eu vi me chupando foi o Cléber. Na penumbra do quarto, ele colocou um travesseiro sob os quadris, e sussurrou, “vem”, me mostrando um tubo de gel lubrificante. Não me surpreendi. Lubrifiquei minha rola, deite por cima dele passei a comer o cu do primeiro marido. Lentamente, sentido as paredes do reto acolherem a minha pica, e o ânus pressionar a base, quando eu enterrava tudo.


Enquanto comia Cléber, não senti o menor constrangimento. O primeiro marido começou a gemer com a minhas metidas e Iolanda acabou por despertar, dizendo uma coisa que me surpreendeu: “Até que enfim”. E abriu as pernas para que Cléber a chupasse enquanto tomava no cu.


Aquilo tudo foi me dando muito prazer e mais tesão. Passei a empurrar a rola mais rapidamente no cu de Cléber, que um minuto depois, mesmo sem tocar no pau, gozou soltando um urro. Logo depois, Iolanda gozava na boca dele, e eu, no cu!


Iolanda me contou que Cléber sempre teve vontade de submeter seu ânus a uma rola, mas tinha medo de escândalo, de chantagem de constrangimento. Porém, em mim, encontraram confiança e, naquela oportunidade, seria o tudo ou nada. “Foi o tudo, amigo, amei ser enrabado por ti. Sempre tive vontade de fazer isso, desde jovem, mas tinha medo”, disse Cléber, me abraçando e, após meu pau limpo, caiu de boca na minha rola, que endureceu novamente e novamente o enrabei, enquanto Iolanda me abraçava e chupava a minha língua.


Daquela madrugada em diante, me tornei o macho alfa daquela casa, fodendo a mulher e o primeiro marido. Em muitas ocasiões, colocava Cléber para chupar o meu pau, enquanto Iolanda lhe chupava a pica e eu chupava a boceta dela. Foram muitos orgasmos dessa forma. Outras vezes, comia o cu de Cléber, enquanto ele fodia a boca, a boceta e o cu de Iolanda.


Claro que a casa não virou uma orgia, como o leitor possa estar pensando. Isso tudo não acontecia todos os dias, só quanto Cléber tinha vontade de dar o cu. Mas eu, sempre que podia, fodia Iolanda de todas a maneiras, todos juntos na mesma cama. Depois, era a vez do primeiro marido. Ou vice-versa. E, tantas vezes as duas rolas juntas dentro de Iolanda.


Dois anos se passaram e vivíamos em total harmonia e felicidade. Nunca houve o mínimo desentendimento, a menor insatisfação. Éramos o trisal perfeito! Mas... Sempre tem esse tal de “mas”, a construtora de Cléber e Iolanda cresceu, passou a ser mais vista pelo mercado, começou a vencer concorrências para obras do governo. Seu nome atravessou fronteiras, fazendo obras para pequenas repúblicas da África e, atingiu o auge, ao vencer uma concorrência no Chile. Uma obra cuja previsão era de cinco anos.


Do meu lado, minha pequena empresa de consultoria também cresceu e ganhou diversas concorrências de prefeituras do interior, fazendo com que eu chegasse até a contratar equipes de jornalistas e publicitários. Não poderia acompanhar Iolanda e Cléber.


Nossa despedida foi em uma noite inteira de sexo, muito carinho e amor verdadeiro. Mas, pela manhã, foi um rio de lágrimas!


Um dia eles voltam ao Brasil...




[ Com]



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