A Coroa gostosa da excursão

Sou Severus e muitos já me conhecem, sou um escritor fantasma, escrevo para outras pessoas.

Hoje quem vai contar a suas aventuras e o Santiago, vamos então deixá-lo narra-la.

PARTIDA

- Santiago sobe até aqui para o pessoal conhecê-lo – ouvi nas caixas de som do ônibus a guia me chamando. Mesmo contrariado por estar sendo o motorista daquela excursão da terceira idade, tinha que fazer minha parte e subi.

Apareci frente a uma legião de senhoras e senhores onde o mais novo devia ter 60 anos. Com um sorriso amarelo saudei a todos.

No primeiro banco estavam sentadas duas senhoras que depois saberiam se chamar Aurora e Cida.

Aurora era uma coroa bonita, devia ter sido linda na juventude, vestida com uma legue de oncinha, e uma blusa solta era todo sorrisos para mim e foi ela quem primeiro falou.

- Gente, vamos dar uma salva de palmas para nosso jovem e bonito motorista – Ela deu um sorriso e um olhar maroto para cima de mim.

Algumas senhoras mais ousadas como a dona Aurora, deram urras, mais a maioria só aplaudiu. Algumas senhoras fingiam olhar para fora ou para a bolsa no colo, enquanto algumas balançavam a cabeça reprovando o entusiasmo de minha passageira.

Agradeci a todos e voltei ao meu posto no volante, esperando a ordem da guia para partimos.

Era uma viagem para Belo Horizonte, onde ficaríamos baseados e visitaríamos as cidades históricas nos cinco dias de excursão.

- Santiago podemos ir – ouvi a guia falar e partimos. Eram 6 horas da manhã e teríamos duas paradas, uma a cada 200 quilômetros. Afinal é uma viagem de quase 600 km. E eu estava sozinho nessa empreitada.

Logo na primeira parada para um lanche e necessidades das senhoras, embora tivesse banheiro no ônibus, dona Aurora passa por mim sorrindo e se afastando rapidamente com sua amiga Cida.

Olhei para a coroa e pensei – Não é que a mulher tem um corpo bonito, cinturada, pernas grossas e uma bunda bem durinha para a idade, pois, descobri que ela tinha 61 anos.

Na segunda parada para o almoço estava fumando ao lado do ônibus, quando dona Aurora se aproximou com sua amiga a tira color.

- Oi jovem – disse sorridente, ela tinha uma voz gostosa, um pouco rouca.

Sério respondi – Pois não senhora. Posso ajuda-la?

- Você pode me arrumar um cigarro seu – disse sorridente e de olhar fixo aos meus.

- Claro – Na hora percebi que era uma desculpa para falar comigo e vi ali que a coroa ia ficar me paquerando. Eu nunca fui chegado a coroas, pelo menos não antes dessa viagem. Mas, naquele momento não estava a fim de enxeção de saco.

Ela pegou o cigarro e ficou esperando que eu ascendesse, sem tirar os olhos de mim, olhos castanhos claros penetrantes.

Ascendi e falei – Não estou reclamando de dar-lhe um cigarro, mas, vendem ai na parada – terminei de falar e não me arrependi, pois tinha certeza que seria interpretado como grosseiro e era a intenção.

- Eu sei querido – Ela disse lentamente antes de tragar novamente – Mas, queria ver se era gentil assim como é bonito - Falando se afastou com sua amiga Cida.

Na última parada ela nem olhou para meu lado quando desceu do ônibus. Tive a certeza que ela estava pensando o quanto eu era grosseiro. Achei isso bom, pois, estava ainda bravo por ter sido escalado para acompanhar essa turma.

Mas, antes de continuar deixe-me falar de mim, tinha 36 anos na época, isso se passou em 2018, sou moreno claro, 1. 82 de altura, na época namorava a minha atual esposa.

Voltando a história chegamos a BH, já eram 13h30, e parei na entrada do hotel para que todo desembarcarem para em seguida levá-lo ao estacionamento.

Naquele dia o pessoal, faria um Tur. Pela cidade de BH com uma empresa contratada lá mesmo, eu fui direto para meu quarto dormi. A noite seria livre para todos.

Eu duvidava que aquele pessoal curtisse a noite a não ser para dormir. Mas, estava enganado e muito.

A NOITE REVELADORA

Acordei por volta das 19hs, e sabia que não conseguiria dormir cedo, embora tivesse que estar em pé e com o ônibus na porta do hotel, ás 7hs.

Tomei um banho e desci para jantar, no hall de entrada não avistei nenhum dos passageiros, embora já soubesse pela portaria que todos haviam voltados.

Perguntei onde tinha um lugar para comer alguma coisa perto do hotel, e me indicaram um restaurante com musica ao vivo duas quadras dali.

Já estava terminado meu jantar quando vejo entrar dona Aurora e sua fiel escudeira Cida. Elas olharam em volta sorrindo, pois era um lugar legal, uma musica boa e não estava lotado.

Elas se sentaram duas mesas à frente e a minha direita e logo foram pedindo drinks ao garçom. Eu tinha tomado uma única cerveja, não podia abusar em nada.

Não demorou Cida me viu e falou indiscretamente para sua amiga da minha presença algumas mesas atrás.

Dona Aurora se virou estava delicadamente maquiada, a não ser pelo batom vermelho que se destacava em seu rosto. Séria fez uma menção positiva com a cabeça para mim e voltou-se para frente novamente, sem dar nenhuma chance de retribuir.

Eu já tinha terminado meu jantar e acabara de matar minha cerveja, pedi um café e fiquei mexendo no celular distraidamente.

Tão distraído que não percebi dona Aurora se aproximando e parando a minha frente, percebi só quando ela disse de forma seca – Boa noite senhor Santiago.

Levantei a cabeça surpreso e não tive tempo de falar nada, antes dela puxar a cadeira e sentar-se a minha frente apoiando o braço direito na mesa e segurar o queixo com dois dedos.

Só então reagi – Boa noite senho... – ela me cortou pondo o dedo em sinal de silencio na frente do nariz. Tinha certeza que levaria um esporro naquele momento.

Então ela cruzou as mãos, com unhas compridas pintadas de vermelho, apoiando o queixo nelas antes de dizer – Senhor Santiago, primeiro de tudo não precisa me chamar de senhora, embora eu já o seja – um sorriso sem mostrar os dentes surgiu nos seus lábios.

- Tudo bem. E como devo chama-la?

- Aurora, esse é meu nome, então – falou dando de ombros.

Só sacudi a cabeça positivamente antes de dizer – Posso lhe ser útil?

- Talvez – ela disse.

- Gostaria de dizer que achei certa grosseria de sua parte no que disse lá trás na parada hoje na hora do almoço.

Tentei dizer algo, mas, não saiu. Afinal ela estava certa.

- Seu silencio é uma aprovação a minha conclusão – ela disse agora séria – Mas, esta tudo bem, fiquemos em paz.

Aquela foz meio rouca era de gostosa de ouvir, pois ela falava calmamente.

- Concordo – eu disse procurando o garçom para pedir a conta.

- Já vai embora Santiago? Posso chamá-lo assim? – ela disse.

- Amanhã caímos cedo da cama, preciso descansar – disse chamando o garçom.

- Eu sei, mas, você perguntou no que poderia ser útil – disse com um sorriso misterioso.

- Sim.

- Pois bem, minha grande amiga esta cansada e quer ir dormir, mas, eu queria conhecer um lugar que me falaram aqui em BH, e queria saber se poderia me acompanhar.

Não sei o que me deu, mais concordei.

Saímos dali e fomos a um bar onde estava bem movimentado. Ficamos até quase 23hs, onde conversamos muito e descobri muitas coisas sobre Aurora.

Ela era viúva há oito anos, tinha 61 anos, adorava academia por isso aquele corpo firme e bem feito, apesar da idade aparecer nas mãos e pescoço, mas, mesmo assim, nada exagerado. Já vi mulheres mais novas muito piores.

Falamos sobre tudo inclusive sobre namoros e relações sexuais, mas, nada que desse entender qualquer coisa a mais que uma conversa amena.

Voltamos para o hotel rindo agora, pois, estávamos bem mais a vontade.

- Eu não acredito que fez isso – eu disse de uma resposta que ela dera um pretendente.

- Pode apostar que sim querido. Comigo é assim, falo e faço o que tenho vontade – ela disse já no elevador. Eu estava no último andar e ela no décimo, dois andares abaixo.

- É sério? – disse.

Nisso a porta do andar dela se abriu e se fechou sem ela sair ou dizer nada.

- Era seu andar – eu falei ainda sorrindo.

- Era sim – ela disse e continuou assim que abriu a porta no meu andar onde ela saiu junto comigo.

- Lá no bar, você me mostrou outro Santiago. Até disse que sou bonita e tenho um corpo bonito – ela falou me olhando séria.

- Não menti, eu só... – ela me cortou se aproximando de mim e me dando um selinho nem rápido nem demorado.

Olhei-a admirado – Nossa – foi á única coisa que falei.

- Te assustei?

- Não... Quero disse... Fiquei surpreso... – me enrolei para falar.

- Surpreso por quê? Você acha que uma mulher na minha idade não sente tesão ou atração por um homem bonito?

- Não disse... – não consegui terminar.

- Você disse também que nunca sentiu atração por mulheres mais velhas... Não, por coroas, essa foi à palavra que usou – ela disse meio séria.

- Eu não queria ofender eu...

- Sim, eu sei que não, aliás, você disse também que eu era uma mulher atraente, se não me engano – ela falou mais séria ainda.

- Sim, eu disse por que acho que é – falei sério também.

Ela abriu um sorriso misterioso e falou – Que bom. Mais... – um intervalo sorridente – Você pegaria esta coroa aqui?

Aquilo me deu um tesão repentino que não sei explicar – Com certeza.

- E porque não pega? – falando assim ela levou a mão entre minhas pernas e alisou meu pau sob a calça.

Fiquei parado sem ação por alguns segundos – Dona Auro... Digo Aurora, não sei se deveríamos... Bem... – Eu não sabia o que dizer, estava num misto de tesão, meu pau estava duro sob a calça, e duvida.

Sem parar de alisar e apetar meu pau ela se aproximou mais e com aquela voz sedutora falou baixinho – Deixe me dar um exemplo na sua área, posso ser um veículo modelo antigo para você Santiago, mas, garanto que posso fazer qualquer viagem – novamente colou seus lábios nos meus num beijo mais longo um pouco.

Não consegui evitar sorrir da comparação que ela fez com um veiculo – Um veículo modelo antigo? Capaz de fazer qualquer viagem? Realmente acho impressionante – disse sentindo a mão dela se afastar do meu pau.

- Acha impressionante ou inacreditável?

- Um pouco dos dois – disse sorrindo.

Eu havia tirado a chave do meu quarto do bolso, um pouco antes de sair do elevador, me esquecera disso. Aurora a pegou balançou na minha frente e disse – Que tal fazer um teste Drive para tirar qualquer dúvida.

Ela olhou para o numero do quarto na chave e saiu andando calmamente pelo corredor, enquanto eu ficava parado só a observando seu rebolado enquanto andava o que aumentou meu tesão – Ah! Quer saber fodasse – Falei baixinho e fui atrás dela.

TESTE DRIVE

Ela abriu a porta do quarto e foi entrando deixando a porta aberta para mim. No caminho, ela se livrou de uma blusinha leve que usava. Deixando-me ver suas costas nuas e brancas.

Ela chegou até perto da cama e jogou a blusa sobre a mesma, se virando para mim em seguida.

A mulher tinha cintura, uma barriga chapada e seios de médios para grandes. Usava um sutiã preto com renda vermelha, que se destaca na sua pele alva.

Sorrindo, ela se virou novamente de costas para mim, que estava parado entre a porta e a cama cheio de tesão por aquela coroa sedutora, e lentamente foi tirando a calça.

Conseguiu tirar sem remover as sandálias que usava. Após isso subiu na cama gatinhando com aquela bunda virada para mim.

Aurora estava realmente decidida a me seduzir, pois usava uma pequena calcinha, cinta liga e meias três quartos tudo preto com detalhes em vermelho.

Ela se virou na cama ainda de quatro de frente para mim e disse – Você vai continuar vestido e parado ai? Desistiu de testar este modelo aqui?

Livrei-me rapidamente da camiseta, dos tênis e da calça, ficando só de cueca. Só então tive noção de quanto estava excitado. Meu pau estava molhando o tecido ondo à cabeça estava alojada.

Aurora sorriu e mordeu o lábio inferior, então levantou uma mão e com o dedo me chamou para perto dela.

Quando cheguei à beirada da cama, ficando a pouco mais de um palmo de seu rosto, Aurora levantou os olhos para mim sorrindo.

Em seguida ela avançou entre a pequena distancia que nos separava e mordeu muito de leve o meu pau endurecido sob a cueca. Afastando-se em seguida falando – Deita meu gostoso.

Obedeci sem pensar duas vezes, apoiando um braço sob a cabeça para que ficasse mais alta e eu a observasse.

Aurora, realmente era uma mulher, talvez pelo meu tesão daquele momento, o que não acho que seja, uma mulher muito sedutora.

Ela veio gatinhando lentamente até chegar peto de mim sorrindo com os olhinhos semicerrados.

- Vamos começar esse teste – E falando assim abaixou-se e me beijou, que dessa vez retribui com prazer.

Então ela lambeu meus lábios, beijou meu queixo, desceu para meu pescoço, depois meu peito, lambeu e mordiscou meus mamilos, me fazendo ficar todo arrepiado.

Desceu beijando e passando a ponta da língua pela minha barriga. Até chegar ao meu pau. Novamente mordiscou-o levemente sob a cueca.

Ela sem para de mordisca-lo, enfiou a mão pelo lado da cueca, primeiro segurando suavemente meu saco, depois meu pau. Ficou acariciando minhas bolas e mordiscando, assim alguns segundos, para então puxar minha cueca e retirá-la deixando meu pau exposto todo babado.

- Uau – ela disse sorrindo – Belo exemplar.

Aurora então entrou entre minhas pernas, acariciando minhas coxas, virilhas. Abaixou-se e beijou minhas coxas, passou a língua pela minha virilha, depois lentamente por todo meu saco. Lambendo e beijando cada bola demoradamente.

Aquilo estava uma delicia e uma tortura prazerosa ao mesmo tempo, queria sentir aquela boca no meu cacete, mas, queria que ela fizesse como queria.

Dona Aurora então subiu lentamente lambendo toda a extensão do meu pau até chegar à cabeça, que lambeu de todos os lados como quem lambe um sorvete de casquinha que esta escorrendo.

Ela o segurou e ser olhar para mim falou – Que gostoso esse cacete.

Fechando os olhos abocanhou minha rola e começou a chupar com volúpia, porém, sem pressa. Ficou chupando e gemendo a cada sugada que dava. Fazendo-me também gemer de prazer.

- Isso, chupa assim, gostoso – eu falava.

Aurora então começou a chupar com mais vontade, mais força. Ah! Como aquela boca sabia mamar uma rola. Que lábios macios e língua aveludada tinha essa mulher.

- Nossa que delicia de boca, você chupa muito bem – gemi olhando meu pau entra naquela boca gulosa.

Aurora riu com meu pau na boca do meu comentário, mais não parou de chupar, às vezes ela punhetava também, aumentando o prazer.

- Nossa, caralho, que boca gostosa, como chupa essa coroa – o comentário saiu sem eu perceber.

Aurora sorrindo tirou meu pau da boca e falou – Esta coroa aqui adora chupar um cacete, e modéstia a parte sabe fazer isso muito bem – Novamente abocanhou meu pau mando e punhetando, lambendo e beijando-o por um bom tempo.

- Nossa que delicia ouvir isso – disse.

Novamente ela tirou o pau da boca e falou sem parar de punhetar-me e passar o rosto na cabeça babada – Adoro isso, chupar uma rola, pagar um boquete, tem um cacete vibrante entre os lábios – deu um tempo antes de continuar – te excita saber disso?

- Muito – eu disse – adoro ouvir o que as mulheres gostam, do que já fizeram.

- Safado curioso – ela disse meio séria lambendo meu cacete.

- Eu adoro sentir isso aqui vibrando na boca, sempre gostei de chupar um pau, desde pequena – ela disse.

-Desde pequena? – falei sorrindo e com prazer.

Aurora afirmou com meu pau na boca – Hum, hum.

Mamou mais algum tempo, então gatinhou até a mim sorrindo – Gostou? Quer mais?

- Nossa que boca você tem – falei e a puxei para um gostoso beijo.

Ela se deitou a meu lado segurando meu pau – Gosto muito de mamar uma rola assim bem dura – disse beijando minha orelha.

- E você Santiago parece que gosta de ouvir o que as mulheres gostam ou que já fizeram? Gosta de ver também?

- Ver ao vivo não tem vontade, mais me excita ouvir as histórias de sacanagens, ler contos eróticos – falei puxando-a para mais um beijo.

-Aposto que adquiriu essa destreza chupando muitos paus na vida? – perguntei se medo de ser repreendido.

Ela se debruçou sobre meu peito e sorrindo falou – Já disse gostos de chupar uma rola desde pequena. E não esqueço o primeiro pau que chupei.

- Sério? De quem foi? – quis saber essas coisas me excitam.

Ela riu – Eu tinha meus 14 anos, foi o de um primo meus de 16 anos, muito safado – disse procurando e apertando meu pau.

- Com ele e depois com um rapaz mais velho quando tinha 16 anos que aprendi a chupar e gosta desse prazer – ela concluiu enquanto descia pelo meu peito e barriga até chegar a meu pau. Quando a boca dela se fechou sobre meu cacete novamente gemia alto.

Aquela boca fazia misérias no meu cacete e eu sabia que não ia conseguir segurar por muito mais tempo.

Novamente tirou o pau da boca e esfregando no queixo disse – No meu tempo de menina, não é como hoje em dia tudo muito escancarado, naquele tempo existia uma moralidade férrea.

Lambeu a cabeça do meu pau – Nossa como gosto disso – meteu o pau na boca e chupou com mais vontade. Não ia aguentar segurar mais e deixei que saísse.

- Vou gozar – gemi alto.

Aurora tirou o pau da boca e, pois a língua para fora com a boca bem aberta. Há tempos não dava uma gozada de jato, o tempo vai passando e essa característica diminuindo, os homens sabem do que estou falando.

Mesmo assim, um jatinho com bastante porra saiu caindo no meio da língua daquela coroa que sabia fazer um boquete como nunca tinha recebido. Ela esfregou meu pau ainda com porra saindo nos lábios sorridentes gemendo – Hum, hum, hum .

Quando parei de gozar ela enfiou o pau na boca e chupou a porra que estava ainda no canal, lambei toda a cabeça, finalizando com um beijo.

Levantou-se então – Deixe-o descansar um pouco, vou me limpar no banheiro – ela apontou para meu pau já meio mole. Fiquei deitado de olhos fechados até sentir um beijo.

- Acorde meu príncipe – ouvi-a sussurrar.

- Estou acordado, só de olho fechado, curtindo o momento – disse.

- Não amor, você esta dormindo faz trinta minutos – ela riu ao falar.

- Sério?

- Sim, mas, como sou uma boa pessoa, deixei-o descansar um pouco. Antes de voltar fazer o verdadeiro teste na sua coroa – ela falou e sentou-se sobre mim.

Estava nua com exceção da cinta liga meias e a sandália. Seus peitos apesar da idade, ainda eram bem cheios, os bicos não apontavam para baixo como imaginara, e sua buceta era raspadinha.

Ela sentou-se bem em cima d meu pau adormecido e começou a se esfregar nele, que não demorou a dar sinais de vida.

Quando ela sentiu-o mais duro que mole o puxou sobre minha barriga e encaixou sua fenda inchada nele, esfregando a buceta por toda sua extensão, ficou assim, cadenciada no para frente, para trás meio séria me olhando fixamente apenas mordendo o lábio inferior.

Quando de repente ela avançou sobre mim, colocou um joelho em cada lado da minha cabeça e enfiou sua xana na minha cara, primeiro ela a esfregou lentamente, depois falou – Me chupa seu puto, mostra que também sabe chupar gostoso.

Não tinha nem como falar não. Apenas comecei a lamber e chupar aquela coroa gostosa. Fiz isso até minha língua cansar.

Aurora era uma mulher mais que experiente, ela era o máximo, percebeu e desceu esfregando a buceta molhada pelo meu peito barriga até chegar a meu pau.

Sem olhar para trás, apenas me encarando com um sorriso maroto, ela segurou minha rola, encaixou na entrada de sua buceta e foi empurrando o corpo para trás até engoli-lo inteiro.

- Aaaaaahhhh – ele fez quando sentiu tudo dentro.

Aurora empinou o corpo, começou a passar a mão pelo corpo e rebolar com meu pau totalmente dentro.

Para em pouco tempo estar me cavalgando com prazer, suas mãos apoiadas no meu peito e fazendo a bunda subir e descer no meu cacete que por uma ou duas vezes até escapou, mas, que foi rapidamente introduzido naquela fenda delicio de quente.

- Aiiiii que gostoso – ela gemia.

- Delicia de cacete – falava.

- Fica de quatro para mim – pedi.

- Claro, que sim – levantou-se se virando para mim, exibindo aquela bunda que realmente era muito atraente. Abriu bem as pernas, deito a cabeça no colchão.

- Assim que você quer?

- Assim mesmo – falei me colocando atrás dela já encaixando meu pau na sua gruta melada.

- Mete então, me fode gostoso – ela pediu e riu.

Segurando-a pela cintura enfie gostoso naquela mulher gostosa demais, que há dois dias nem teria se quer imaginado comer se visse em qualquer lugar.

Fiquei ali socando e dando tapinhas na bunda dela por um bom tempo, afinal tinha gozado já, mas, queria que ela gozasse.

- Que buceta gostosa sua putona – falei.

- Come sua puta come. Fode essa buceta bem gostoso – ela pedia.

- Nossa que buceta quente e gostosa – falei – Goza minha cadela gostosa.

Ela rebolava e gemia sem parar até que falou – Vou gozar sim, seu filho da puta. E quero gozar.

- Então vai minha cachorra – falei. Ela então jogou o corpo para frente fazendo meu pau sai dela.

Virou-se de frente para mim e com a expressão mais safada do mundo falou.

- Eu estou cheia de tesão meu gostoso safado, muito tesão – disse.

- Que de frente então – falei indo para cima dela.

Aurora pois a mão no peito me parando.

- Que foi?

- Quero que coma meu rabo, põe no meu cu– ela disse quase implorando.

Aurora se virou ficando de bruços – Põe no meu cú, você não quer? Não gosta de cuzinho?

Não falei nada apenas passei a mão na buceta dela melando-a bem, depois passei no seu cuzinho e quando enfie o dedo percebi que já estava bem solto. Aquele cuzinho devia levar vara frequentemente para estar assim.

- Deixa que eu seguro para você – ela disse levando a mão para trás e segurando-o na entrada de seu rabinho.

Apoiando as mãos uma de cada lado dela, deixei-a pincelar para depois então colocar a pontinha bem na entrada daquele buraquinho que piscava.

Comecei a forçar a cintura para frente e como desconfiava, a resistência não foi tanta. Começou a deslizar com certa facilidade para dentro, Aurora só o soltou quando quase a metade tinha a penetrado. Logo estava atolado nela.

Deitado por sobre Aurora socava fundo, mas, de forma ritmada e sem colocar força. Ela gemia e pedia – Isso meu macho, come esse cuque é seu. Fode ele com vontade me arromba.

Depois mudamos de posição ficamos de ladinho, onde continuei socando fundo naquele cuzinho.

- Que cuzinho gostoso, que delicia – falava e metia agora com mais força. Meu paudeslizava para dentro e para fora delicosamente.

- Delicia é esse pau enfiando nele – ela gemia enquanto se masturbava sem parar.

- Me deixa sentar nessa rola – ela pediu.

Deite-me na cama, Aurora veio de costas para mim. Pegou meu pau, colocou na entrada de seu cuzinho agora todo aberto e foi sentando. A mulher engoliu com o rabo todo meu cacete.

Ela começou a pular nele, fazendo-o entrar e sair quase todo.

- Aii que gostoso, ai meu cú, ai que delicia – ela gemia a cada descida.

Senti que ia gozar novamente e acelerei as estocadas, Aurora gemeu mais alto com isso.

- Aiiii, filho da puta, vai goza no meu cú, que eu estou quase gozando. Vai cadelo.

Dito assim, ela gemeu alto e gozou, eu gozei quase em seguida. Ficamos deitados lado a lado por um tempo sem nada dizer por um bom tempo.

Aurora então se levantou e falou – Já é bem tarde e amanhã teremos um dia cheio e você tem que estar descansado.

Olhei para o relógio eram mais de uma e meia da manhã – É verdade, mas, dormirei no ônibus enquanto vocês estiverem nos seus passeios – falei.

Aurora vestiu rapidamente suas roupas – Tomarei um banho no meu quarto – se abaixou me deu um beijo e se afastou.

Quando estava fechando a porta ela colocou a cabeça dentro do quarto e falou – Não perguntei, passei no teste Drive?

Sorrindo falei – Passou muito bem. E eu?

Ela riu – Comigo sim, vamos ver se passa com a Cida – e fechou a porta.

Fechei os olhos e pensei – Puta que pariu vou ter de comer a Cida também?

Rindo falei em voz alta – Beleza a Cida também é interessante.

Essa parte fica para outra história.




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